O posicionamento da deputada federal Cristiane Lopes sobre os riscos da concessão da BR-364, feito ainda em fevereiro de 2025, voltou a ganhar força em Rondônia. O vídeo, que circula novamente nas redes sociais e em debates públicos, reforça alertas que, à época, não foram considerados e que hoje se confirmam com a implantação de valores elevados de pedágio, entre os mais caros do Brasil.
Desde o início do debate, a parlamentar chamou atenção para os impactos diretos sobre a população, especialmente trabalhadores, produtores rurais e famílias que dependem da rodovia para deslocamento e escoamento da produção. Mesmo com os questionamentos apresentados por representantes do estado, a concessão avançou sem que o Ministério dos Transportes acolhesse os alertas defendidos pela deputada.
Atuação antecipada e cobrança institucional
Em 2025, Cristiane Lopes atuou de forma firme contra o modelo proposto. Participou de audiências públicas, utilizou a tribuna da Câmara dos Deputados e cobrou providências para evitar que a cobrança de pedágios se tornasse um fator de pressão econômica sobre Rondônia.
Para a parlamentar, a rodovia é estratégica para o desenvolvimento regional.
“A BR-364 é o principal eixo de integração do estado. Alertamos desde o início que a concessão, da forma como estava sendo proposta, traria prejuízos para trabalhadores, produtores e famílias rondonienses”, destacou.
Impactos sentidos na prática
Com a concessão em vigor, Rondônia passou a conviver com tarifas elevadas, que impactam diretamente o custo de vida, o transporte de mercadorias e o escoamento da produção agrícola. A repercussão do alerta feito em 2025 reforça que as preocupações levantadas não eram apenas previsões, mas alertas baseados em consequências concretas.
Cristiane Lopes afirma que a mobilização continua. Segundo ela, novas providências estão sendo adotadas, com cobrança por mais transparência, diálogo com órgãos federais e defesa da revisão dos termos da concessão, buscando reduzir os valores praticados.
“Não é uma luta de hoje. Seguimos firmes, cobrando e trabalhando para que esse modelo seja revisto e para que Rondônia não continue sendo penalizada”, concluiu a deputada.









































