O governo de Cuba condenou neste sábado (3) o ataque dos EUA contra a Venezuela e classificou a ação como criminosa e uma ameaça direta à estabilidade regional. A manifestação ocorreu após ofensiva militar norte-americana contra alvos em Caracas e em outros estados venezuelanos.
O presidente cubano Miguel Díaz-Canel denunciou o episódio em suas redes sociais, afirmando que a chamada “Zona de Paz” da América Latina e do Caribe está sendo brutalmente atacada. Segundo ele, o ataque dos EUA representa terrorismo de Estado contra o povo venezuelano e contra os países da região.
A declaração de Díaz-Canel integra uma série de condenações regionais à ação militar direta em território venezuelano. O presidente cubano exigiu uma resposta urgente da comunidade internacional diante da escalada do conflito.
O ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, também criticou duramente o ataque dos EUA. Em publicação, ele afirmou que os bombardeios contra Caracas e outras localidades são atos covardes de guerra contra um país que não atacou os Estados Unidos nem outras nações.
O primeiro-ministro cubano, Manuel Marrero Cruz, reforçou a posição do governo ao denunciar a agressão em suas redes sociais. Segundo ele, os ataques exigem mobilização imediata da comunidade internacional para preservar a América Latina e o Caribe como uma zona de paz.
O governo da Venezuela confirmou uma agressão militar considerada “muito grave”, com alvos civis e militares nos estados de Miranda, Aragua, La Guaira e na capital, Caracas. Em resposta, as autoridades venezuelanas determinaram o desdobramento imediato do Comando de Defesa Integral da Nação em todos os estados e municípios do país.










































