Polícia Federal deflagra Operação Residência Fantasma em Rondônia

Ação apura esquema de regularização migratória fraudulenta e desvio de programas sociais do Governo Federal; mandados foram cumpridos em Porto Velho e Guajará-Mirim.

Fonte: PF - 20

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Polícia Federal deflagra Operação Residência Fantasma em Rondônia

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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Residência Fantasma para desarticular grupo que forjava regularização migratória de estrangeiros.
  • Foram cumpridos cinco mandados de busca em Porto Velho e Guajará-Mirim para identificar envolvidos e mensurar prejuízos aos cofres públicos.
  • O esquema criava provas falsas de residência para inserir estrangeiros em benefícios sociais, e os suspeitos podem responder por associação criminosa e estelionato qualificado.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Polícia Federal, em conjunto com a Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, deflagrou nesta quinta-feira (21) a Operação Residência Fantasma. A ofensiva visa desarticular uma organização criminosa que utilizava endereços fictícios junto à Delegacia de Imigração da Polícia Federal para forjar a regularização migratória de estrangeiros. Segundo as investigações, os beneficiários do esquema não residiam efetivamente no Brasil, sendo inscritos indevidamente em programas sociais do Governo Federal.

A operação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão, sendo dois deles em Porto Velho e três no município de Guajará-Mirim. O objetivo das diligências é robustecer o acervo probatório e identificar todos os integrantes do grupo, além de quantificar o prejuízo causado aos cofres públicos pelas fraudes previdenciárias e assistenciais.

Funcionamento do esquema

O grupo criminoso atuava na criação de provas documentais falsas de residência em território nacional para viabilizar a documentação migratória. Com o status de regularidade obtido de forma ilícita, os estrangeiros eram inseridos na base de dados do governo para acesso a benefícios sociais. A fraude comprometia a integridade dos sistemas de concessão de auxílios e a própria segurança do processo de controle migratório brasileiro.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de associação criminosa e estelionato qualificado, além de outras infrações que podem ser configuradas após a análise detalhada dos documentos e dispositivos eletrônicos apreendidos. As medidas cautelares foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia. A Polícia Federal informou que o material coletado nas buscas passará por perícia técnica para a continuidade do inquérito policial e responsabilização dos envolvidos.

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