A Polícia Civil de Rondônia, por meio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), prendeu nesta terça-feira, 20 de janeiro de 2026, um mototaxista de 32 anos investigado por estupro de vulnerável. A prisão ocorreu em Porto Velho após o Tribunal de Justiça expedir um mandado de prisão preventiva fundamentado em denúncias de abusos praticados durante corridas solicitadas pelas vítimas.
De acordo com a equipe de investigação, o suspeito utilizava sua função profissional para facilitar a prática dos crimes sexuais. Até o momento, três vítimas distintas procuraram a delegacia para formalizar as denúncias, o que deu início ao inquérito policial. O crime de estupro de vulnerável, conforme previsto no artigo 217-A do Código Penal, prevê penas rigorosas para abusos cometidos contra menores de 14 anos ou pessoas sem discernimento.
A prisão preventiva tem como objetivo garantir a ordem pública e impedir que novos crimes ocorram enquanto o processo judicial avança. A Polícia Civil informou que as investigações seguem em curso para esclarecer todos os detalhes dos episódios relatados e verificar se há outras vítimas que ainda não registraram ocorrência contra o mototaxista.
A autoridade policial reforça a necessidade de que possíveis novas vítimas ou testemunhas entrem em contato com a delegacia para fortalecer as provas do caso. A identidade do investigado é mantida sob sigilo para preservar o andamento das apurações e a segurança dos envolvidos. O cumprimento do mandado de prisão é parte das ações contínuas de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes no estado.
A Polícia Civil de Rondônia destaca que o combate a esse tipo de crime depende da participação ativa da sociedade através de denúncias formais. O sistema de segurança pública disponibiliza o telefone 197 para o recebimento de informações anônimas, garantindo o sigilo total do denunciante. Casos de urgência também podem ser comunicados diretamente nas delegacias especializadas ou pelo Disque 100.
O reforço nas políticas de proteção a vulneráveis tem sido uma diretriz das forças de segurança estaduais, visando punir agressores que se escondem sob fachadas profissionais para cometer crimes. A integração entre a Depca e o Poder Judiciário busca celeridade em casos de alta gravidade social como o registrado na capital rondoniense.








































