A imensa maioria dos que compõem a classe política tem projetos, querem executá-los, mas, antes de tudo e sempre visando a meta maior: todos estão de olho nas urnas.
E vai deixar claro, caso vote em Léo, que quer mudança e que os oito anos de Hildon Chaves não o agradaram. Tem mais: o resultado das urnas na capital dos rondonienses vai influenciar diretamente nos projetos para 2026 de diferentes lideranças e grupos políticos. Com Mariana, o caminho será um.
Dentro de cerca de 96 horas, a contar da meia noite desta quarta-feira, as seções eleitorais abrirão suas portas e as filas de eleitores começarão a serem formadas.
O segundo turno, na verdade, se desenhava desde o início da campanha, quando ficou claro que apenas os dois teriam chances de chegar ao comando da Prefeitura.
É possível que tudo isso não represente ganhar? Claro que sim. As nuances de uma eleição, mesmo as já com favas contadas, podem mudar tudo em poucas horas. Mas daí seria exceção e não a regra.
Na pesquisa, o único que melhorou sua performance foi Célio Lopes, que lidera uma coligação de partidos de esquerda e que dobrou seus 3 por cento da pesquisa anterior para 6 por cento na atual.
Certamente, é um caminho perigoso para quem sonha em superar uma campanha poderosa e rica como a da ex-deputada Mariana Carvalho, ela sim, representante de um pacote de partidos que se encaixam naquilo que a maioria do eleitorado da capital aceita.
O projeto, aprovado pela própria ALE, que proíbe homenagens a condenados, foi de autoria do deputado estadual Delegado Rodrigo Camargo, outro que criticou duramente a tentativa de conceder o título de cidadania ao presidente.
Sem funcionários nos postos, outro quesito da segurança poderia ser afetado, com o aumento de furtos e assaltos, já que, no Brasil, a bandidagem está à solta e não perde oportunidade para atacar.
Há que se lembrar que no dia 28 de maio de 2021, o então presidente brasileiro Jair Bolsonaro foi denunciado pela ONU pela morte de indígenas e pela violência praticada contra as tribos Yanomami e Munduruku.
Quando fez as contas, o prefeito Hildon Chaves se surpreendeu. O custo mensal da Maternidade Mãe Esperança, para os cofres municipais, supera os 3 milhões e 500 mil reais/mês.