CPTEC/Inpe aponta risco de chuva intensa em Rondônia, com tempestades de nível 3 no oeste do estado

Mapas de previsão para 24 e 48 horas destacam áreas de maior severidade próximas a Porto Velho e à fronteira com o Acre; sul do Amazonas também apresenta condições favoráveis a temporais.

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CPTEC/Inpe aponta risco de chuva intensa em Rondônia, com tempestades de nível 3 no oeste do estado

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  • Mapas do CPTEC/Inpe indicam Rondônia entre as áreas com maior potencial para chuva intensa na Região Norte, com núcleos de nível 3 de severidade no oeste do estado.
  • O período crítico vai das 8h de sexta-feira (30) às 8h de segunda-feira (2), com maior severidade no oeste de Rondônia, incluindo áreas próximas a Porto Velho, Ponta do Abunã e fronteira com o Acre.
  • Acre e sul e oeste do Amazonas também podem ter temporais, associados ao calor, alta umidade e convecção atmosférica, que favorecem nuvens de grande desenvolvimento vertical, raios, trovões e rajadas de vento.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Rondônia está entre as áreas com maior potencial para chuva intensa na Região Norte, segundo mapas do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Os produtos indicam núcleos de nível 3 de severidade no oeste do estado, cercados por áreas classificadas nos níveis 1 e 2, sinalizando possibilidade de tempestades intensas.

O mapa de 24 horas abrange o período das 8h desta sexta-feira (30) às 8h de sábado (31). Já a previsão para 48 horas se estende das 8h de sábado (31) às 8h de segunda-feira (2), considerando o horário de Rondônia. As imagens apontam potencial para chuva intensa durante esses intervalos, sem especificar os horários de maior precipitação em cada município.

Oeste de Rondônia concentra as áreas de maior severidade

Os principais núcleos de chuva intensa aparecem no oeste rondoniense, especialmente nas proximidades da fronteira com o Acre e em áreas a oeste e noroeste de Porto Velho. Os mapas mostram manchas vermelhas, correspondentes ao nível 3, e laranjas, de nível 2, indicando potencial para tempestades severas.

Porto Velho está próxima dessas áreas de instabilidade, enquanto a região da Ponta do Abunã também aparece no setor de influência dos núcleos de chuva. O cenário exige atenção para a capital e localidades do oeste do estado.

Guajará-Mirim, Nova Mamoré, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena também devem acompanhar as atualizações meteorológicas. A distribuição das áreas de severidade varia dentro do território estadual, e a intensidade das precipitações pode mudar de um município para outro.

Acre e Amazonas também podem registrar temporais

Além de Rondônia, os mapas destacam áreas de maior severidade no Acre e no sul e oeste do Amazonas. Nesses setores, aparecem núcleos classificados nos níveis 1, 2 e 3. Em outras partes da Região Norte, predominam áreas verdes, que indicam condições favoráveis à formação de tempestades.

A distribuição das instabilidades está associada a condições atmosféricas que favorecem a formação de nuvens carregadas. O calor e a elevada umidade contribuem para a subida do ar quente, que esfria em altitude e forma nuvens de grande desenvolvimento vertical. Esse processo, conhecido como convecção atmosférica, pode provocar pancadas fortes, raios, trovões e rajadas de vento.

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