Brasil registra proporção recorde de empreendedores com CNPJ e alcança 35% de formalização no mercado

Pesquisa divulgada pelo IBGE aponta avanço histórico na legalização de trabalhadores por conta própria e empregadores, impulsionado pelo nível de escolaridade e programas de desburocratização.

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Brasil registra proporção recorde de empreendedores com CNPJ e alcança 35% de formalização no mercado
© Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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  • Em 2025, 35 a cada 100 empreendedores brasileiros tinham CNPJ ativo, somando 10,7 milhões de pessoas, segundo edição especial da PNAD Contínua divulgada em 23/9/2026 pelo IBGE.
  • O Brasil tinha 103 milhões de pessoas ocupadas, sendo 30,6 milhões de empreendedores, dos quais quase 20 milhões atuavam sem formalização jurídica, apesar da alta histórica da taxa de formalização que chegou a 35%.
  • Entre empregadores, 81% possuíam registro formal, enquanto os trabalhadores por conta própria alcançaram taxa recorde de 27%, influenciada pelo nível de escolaridade e por programas governamentais de desburocratização.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

O mercado de trabalho brasileiro alcançou uma marca histórica no processo de formalização de empreendedores durante o ano passado. De cada cem pessoas que atuavam como empregadoras ou trabalhadoras por conta própria no país, trinta e cinco possuíam registro ativo no CNPJ, totalizando dez milhões e setecentos mil cidadãos nessa condição. Os dados estatísticos fazem parte de uma edição especial da PNAD Contínua, divulgada nesta quarta-feira, 23/9/2026, pelo IBGE, consolidando a maior proporção já documentada pela série histórica iniciada em dois mil e doze.

No período analisado, o país contava com cento e três milhões de pessoas ocupadas, sendo trinta milhões e seiscentas mil consideradas empreendedoras, universo que engloba tanto empregadores quanto profissionais autônomos. Desse total, quase vinte milhões de trabalhadores atuavam sem formalização jurídica. A evolução histórica demonstra um crescimento gradual no índice de formalização, que passou de vinte e quatro por cento no início da série para vinte e nove por cento na véspera da pandemia, chegando a trinta e três por cento no ano anterior e alcançando o patamar recorde de trinta e cinco por cento.

A formalização empresarial traz vantagens diretas aos trabalhadores, permitindo a emissão de notas fiscais, o acesso facilitado a linhas de crédito bancário, a contratação formal de funcionários e a garantia de proteção previdenciária. Entre os empregadores, o índice de formalização permanece estável em patamar elevado, com oitenta e um por cento de registros ativos. Já no segmento de trabalhadores por conta própria, a taxa atingiu o recorde de vinte e sete por cento, com forte correlação entre o nível de instrução escolar e a busca pela regularização do negócio próprio.

Perguntas Frequentes

Qual foi a proporção de empreendedores formalizados com CNPJ registrada no Brasil?
O levantamento estatístico apontou que trinta e cinco a cada cem empreendedores brasileiros possuíam registro formal no último ano.

Qual órgão oficial é o responsável pela condução e divulgação da pesquisa PNAD Contínua?
A pesquisa socioeconômica e demográfica é realizada e publicada periodicamente pelo IBGE.

Qual segmento de trabalhadores apresentou a maior taxa histórica de formalização?
Entre os empregadores, o índice manteve-se estável acima de oitenta por cento, enquanto os trabalhadores por conta própria alcançaram o recorde de vinte e sete por cento.

Quais fatores principais impulsionam o registro formal entre os trabalhadores autônomos?
O nível de escolaridade superior e a facilidade proporcionada por programas governamentais de desburocratização influenciam diretamente o índice de formalização.

 

Com informações de Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil

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