O custo da cesta básica em Porto Velho apresentou leve alta em fevereiro de 2026, segundo levantamento recente. O conjunto de alimentos essenciais passou a custar R$ 601,69, registrando variação mensal de 0,11% em relação a janeiro. Cesta básica em Porto Velho ultrapassa R$ 600 e compromete mais de 40% do salário mínimo, indicando o peso dos alimentos no orçamento das famílias da capital rondoniense.
De acordo com o levantamento, um trabalhador que recebe o salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 81 horas e 40 minutos para adquirir os 12 produtos que compõem a cesta básica. Considerando o valor líquido do salário, após descontos da Previdência, cerca de 40,13% da renda mensal foi comprometida com a compra dos itens essenciais. Trabalhador precisa dedicar mais de 80 horas de trabalho para comprar cesta básica em Porto Velho, cenário que reflete a pressão do custo de vida.
Entre janeiro e fevereiro de 2026, cinco produtos registraram aumento de preço: feijão carioca (12,74%), carne bovina de primeira (2,25%), arroz agulhinha (0,84%), café em pó (0,62%) e leite integral (0,36%). O açúcar cristal manteve estabilidade no período. Por outro lado, seis alimentos apresentaram redução nos preços médios, entre eles óleo de soja (-4,08%), banana (-3,29%), farinha de mandioca (-2,94%), manteiga (-1,66%), tomate (-1,51%) e pão francês (-0,65%). Alta do feijão e da carne puxa aumento no preço da cesta básica na capital de Rondônia.
No acumulado do ano, entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, a cesta básica teve aumento de 1,64%. Já no período mais amplo, entre abril de 2025 e fevereiro de 2026, a alta acumulada chegou a 9,65%. Apesar do avanço nos preços, o valor registrado em fevereiro foi o segundo menor entre as capitais das regiões Norte e Nordeste analisadas no levantamento.










































