O Plano Diretor de Porto Velho (PDPM) celebra cinco anos de sua última revisão, consolidando-se como a principal ferramenta de planejamento territorial do município. Desde a aprovação da lei em 2021, a Prefeitura, via Secretaria Municipal de Economia (Semec), tem utilizado o mecanismo para organizar o crescimento urbano, definir áreas de preservação e priorizar investimentos públicos em infraestrutura e habitação.
A secretária executiva de Planejamento da Semec, Larissa Ananda, destaca que o monitoramento permanente é o que mantém a legislação conectada à realidade. “Esse acompanhamento permite avaliar resultados e corrigir rotas para garantir que o desenvolvimento aconteça de forma organizada”, explicou. O prefeito Léo Moraes reforçou que o Plano Diretor é essencial para que os investimentos sejam feitos de forma responsável e assertiva.
Conquistas e instrumentos de gestão territorial
Nos últimos anos, o Plano Diretor impulsionou a criação de planos setoriais decisivos. Em 2022, foram concluídos os Planos de Mobilidade Urbana e de Saneamento Básico. Mais recentemente, em 2024, iniciou-se o Plano de Ação Estratégico para o Desenvolvimento Sustentável (PAEDS/PVH), além da entrega de 592 unidades habitacionais de interesse social em 2025.
A gestão também modernizou a fiscalização com o Sistema de Informações Geográficas de Porto Velho (SIGPVH). A ferramenta utiliza dados geoespaciais para mapear ocupações em áreas de preservação e igarapés, subsidiando decisões estratégicas. Para garantir o controle social, a Prefeitura mantém relatórios anuais de desempenho disponíveis no portal oficial, permitindo que qualquer cidadão acompanhe o cumprimento das metas estabelecidas por lei.










































