O Carnaval é um período de diversão, mas exige atenção redobrada com as finanças. Relatos de foliões mostram que golpes aplicados em compras rápidas com ambulantes podem resultar em perdas superiores a R$ 16 mil.
A tática mais frequente é a troca do cartão magnético durante o pagamento. O criminoso observa a senha digitada e, ao devolver o cartão, entrega um objeto similar de outra pessoa, realizando compras antes que a vítima perceba.
Para evitar problemas, a orientação é nunca entregar o cartão na mão do vendedor e sempre conferir o valor no visor da maquininha. O uso de dinheiro em espécie e a configuração de limites baixos para o PIX também são recomendados.
No ambiente digital, o perigo são os anúncios de camarotes e abadás com preços atrativos. Golpistas utilizam perfis falsos em redes sociais para vender entradas inexistentes, sumindo com o dinheiro logo após a transferência.
É fundamental priorizar canais de venda oficiais e desconfiar de pagamentos feitos exclusivamente via PIX para pessoas físicas. Manter o celular protegido com biometria e bloqueios de segurança dificulta o acesso a bancos em caso de furto.
Caso ocorra um crime, a vítima deve registrar um boletim de ocorrência e avisar a instituição bancária imediatamente. A prevenção continua sendo a melhor ferramenta para garantir que a folia não termine em frustração e processos judiciais.










































