A morte de uma professora dentro da Faculdade FIMCA causou comoção e revolta na comunidade acadêmica e trouxe à tona um debate urgente sobre a segurança de docentes nos campi universitários. O crime, ocorrido nas dependências da instituição, está sendo investigado pelas autoridades policiais.
De acordo com informações preliminares apuradas junto a fontes ligadas à investigação, a professora teria sido atacada por um acadêmico após ser reprovado na disciplina por uma diferença de apenas 0,5 ponto. A motivação exata do crime ainda está sendo apurada, e o caso segue sob responsabilidade da polícia, que busca esclarecer todas as circunstâncias do ocorrido.
O episódio teve forte repercussão entre professores, estudantes e entidades ligadas à educação. Docentes da Faculdade FIMCA relataram sentimento de medo, insegurança e vulnerabilidade no exercício da profissão. Segundo fontes ouvidas pela reportagem, há um clima crescente de tensão dentro do campus, especialmente diante da percepção de falhas nas políticas de segurança e proteção aos profissionais da educação.
Além da preocupação com a segurança física, fontes ouvidas pela reportagem afirmam que professores da Faculdade FIMCA são assediados moralmente por um setor interno da instituição chamado NAP (Núcleo de Apoio Pedagógico). Segundo esses relatos, o setor estaria adotando práticas recorrentes de pressão psicológica, cobranças excessivas e interferência na autonomia docente, o que tem gerado desgaste emocional e insegurança profissional.
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Ainda conforme os depoimentos, o receio de represálias impede que muitos professores formalizem denúncias. “O medo não é apenas da violência física, mas também da violência institucional”, afirmou um docente, que pediu para não ser identificado.
Entidades representativas da categoria defendem a adoção imediata de medidas de segurança nos campi, apoio psicológico aos professores e a criação de canais independentes para apuração de denúncias de assédio moral. Especialistas em educação e direito do trabalho ressaltam que instituições de ensino têm o dever legal de garantir um ambiente seguro, saudável e respeitoso para todos.
Até o fechamento desta matéria, a direção da Faculdade FIMCA não havia se manifestado oficialmente. A reportagem segue aberta para a manifestação da instituição.
O caso reacende um alerta nacional sobre a valorização, proteção e respeito aos profissionais da educação, além da necessidade de responsabilidade institucional para evitar que tragédias como essa voltem a ocorrer.









































