O governo de Rondônia vem ganhando projeção nacional ao fortalecer ações estratégicas de segurança viária, com foco na redução de mortes e lesões no trânsito. O estado está entre os quatro Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) que mais enviaram informações ao novo Sistema de Gestão do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), operado pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), vinculada ao Ministério dos Transportes.
A atuação do Detran de Rondônia tem sido decisiva para garantir a alimentação contínua e qualificada do sistema, permitindo o monitoramento das ações estaduais e a consolidação de indicadores ligados à educação no trânsito, fiscalização, engenharia e infraestrutura viária.
O governador Marcos Rocha ressaltou que o investimento em dados e planejamento fortalece a promoção de um trânsito mais seguro, com foco na preservação da vida.
Sistema amplia transparência e fortalece decisões
A plataforma da Senatran possibilita o cruzamento de informações, análise de indicadores e acompanhamento em tempo real das ações do Pnatrans. Com isso, a iniciativa amplia a transparência e contribui diretamente para a formulação de políticas públicas mais eficazes em todo o país.
Revisado em 2023, o Pnatrans passou a contar com uma versão mais acessível, priorizando conformidade, simplificação e efetividade. O plano reúne 70 ações estratégicas, com potencial de salvar cerca de 86 mil vidas entre 2021 e 2030.
Dados confiáveis e ações em todo o estado
O diretor-geral do Detran-RO, Sandro Rocha, destacou que as informações enviadas são fundamentais para medir resultados, planejar intervenções e acompanhar metas.
“Trabalhamos para garantir dados confiáveis, atualizados e alinhados aos padrões nacionais. É o resultado de diferentes frentes de trabalho das nossas equipes, com investimento constante em engenharia de tráfego, fiscalização e educação de trânsito, ampliando ações em todos os municípios e buscando preservar vidas”, afirmou.
A meta nacional prevê que, até 2030, o Brasil reduza em pelo menos 50% o índice de mortes no trânsito, tomando como base os dados de 2020.









































