A Prefeitura de Porto Velho iniciou, nesta terça-feira (3), uma série de reuniões estratégicas para organizar a resposta integrada à cheia do Rio Madeira. A articulação envolve pastas como a Secretaria Geral de Governo (SGov), a Secretaria Municipal de Assistência Social e Família (Semias) e a Defesa Civil.
O objetivo da gestão é estruturar ações preventivas e coordenadas para atender famílias em situação de vulnerabilidade, tanto na zona urbana quanto nos distritos. Segundo o prefeito Léo Moraes, o foco central é o planejamento antecipado para garantir que o suporte chegue com agilidade a quem mais precisa.
Estratégias de assistência e monitoramento
A operação de campo para à cheia do Rio Madeira contará com psicólogos e assistentes sociais. A secretária da Semias, Lucília Muniz de Queiroz, destacou que o planejamento inclui a distribuição de itens essenciais, como cestas básicas, água potável e hipoclorito para a população atingida.
O monitoramento do nível do rio é constante em todo o eixo do Madeira. O superintendente da Defesa Civil Municipal, Marcos Berti, explicou que o trabalho foi dividido em etapas que compreendem o período antes, durante e após o fenômeno natural, visando mitigar os danos sociais e materiais.
Logística e uso de tecnologia
A partir do final de fevereiro, sete frentes de trabalho atuarão simultaneamente no Baixo, Médio e Alto Madeira. O Tenente-Coronel PM Marcelo Victor Duarte, do Gabinete Militar, informou que a prefeitura utilizará um aplicativo para mapear dados em tempo real, otimizando a aplicação dos recursos públicos.
A integração tecnológica permitirá identificar o perfil social das famílias e os impactos na cadeia produtiva local de forma imediata. Uma nova reunião está agendada para esta sexta-feira (6), data em que o cronograma detalhado das atividades da força-tarefa será oficialmente definido pela gestão municipal.










































