DOMINGO, 01/03/2026
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Coluna do Simpi – Páscoa: Valorize o que é nosso! Compre ovos das Microindústrias Artesanais

Você já viu algum chocolate genérico oferecendo ovos com 85% do mais puro cacau amazônico? Fica o convite: nesta Páscoa, valorize o sabor, a saúde e a nossa terra. Escolha ovos de chocolate feitos com o cacau rondoniense.

Por SIMPI

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O Domingo de Páscoa deste ano será celebrado em 20 de abril, e milhares de microempreendedores industriais de Rondônia já estão a todo vapor, preparando ovos de chocolate artesanais que prometem encantar crianças e adultos. Mas que tal dar um passo além e escolher ovos feitos com amêndoas do cacau de Rondônia? Pouca gente sabe, mas Rondônia é um dos principais produtores de amêndoa de cacau do Brasil. Ainda assim, 99% da nossa produção é exportada praticamente in natura. E o mais surpreendente: nosso cacau é premiado em todo o país, reconhecido pela qualidade que o coloca entre os melhores para fabricação de chocolate. Nos últimos anos, microindústrias de cidades como Porto Velho, Jaru, Ouro Preto e Espigão vêm se destacando na produção de chocolates artesanais de altíssima qualidade. E isso abriu espaço para uma nova tendência: os ovos de Páscoa personalizados. Hoje, o cliente pode escolher o tamanho, o tipo da casca, recheios, ingredientes adicionais e montar o ovo perfeito para seu gosto. Esse cuidado artesanal proporciona uma experiência única, que vai muito além do sabor padronizado dos produtos industrializados. Outra forte tendência é o consumo consciente. O novo consumidor busca produtos puros, saudáveis e com propósito — e nada traduz melhor isso do que o chocolate da Amazônia. Você já viu algum chocolate genérico oferecendo ovos com 85% do mais puro cacau amazônico? Fica o convite: nesta Páscoa, valorize o sabor, a saúde e a nossa terra. Escolha ovos de chocolate feitos com o cacau rondoniense. São mais saudáveis, muito mais saborosos — e os únicos que realmente nascem em Rondônia. Não sabe onde encontrar? Fale com o SIMPI — o Sindicato da Micro e Pequena Indústria de Rondônia — que indicamos os melhores produtores artesanais pra você. Assista: 

 

A valorização das microempresas e empresas de pequeno porte de Porto Velho ganha um importante reforço com a adesão do vereador Marcos Combate, na nova Frente Parlamentar Municipal em Defesa do MEI, Micro e Pequena Empresa dedicada à causa. Para os envolvidos, a iniciativa vai além da política: trata-se de um compromisso com os verdadeiros motores da economia local. O convite para integrar a frente foi feito pelo SIMPI de Rondônia (Sindicato da Micro e Pequena Indústria), entidade que tem se destacado na defesa dos interesses dos pequenos empreendedores. “Fazer parte dessa frente é, acima de tudo, um compromisso com quem gera emprego, renda e movimenta a economia local”, afirma Marcos. Segundo ele, os micros e pequenos empreendedores da capital rondoniense enfrentam diariamente uma série de desafios, como burocracias excessivas, altos tributos e a pouca assistência do poder público. A frente parlamentar surge como uma oportunidade concreta de mudança, por meio da criação de leis mais justas, incentivo fiscal, medidas de desburocratização e políticas públicas que atendam, de fato, quem está na linha de frente do empreendedorismo. “É uma forma de dar voz e vez para quem sempre foi deixado de lado”, completa. Entre as principais propostas defendidas por Marcos Combate, destacam-se três pilares fundamentais: a desburocratização dos processos de licenciamento e construção civil voltados para pequenos negócios; a prioridade para empresas locais em contratos públicos, incentivando que o poder público compre e contrate de quem é da cidade; e a criação de programas de capacitação e acesso ao crédito, com suporte técnico e financeiro para que esses empreendedores possam expandir seus negócios. Outro projeto em desenvolvimento é a Cartilha do Micro do Microempreendedor Individual ( MEI), que trará orientações práticas, informações sobre direitos, canais para denúncias de cobranças abusivas e diretrizes para a formalização e fortalecimento dos empreendimentos locais. “Nosso mandato é, e sempre será, um defensor da classe empreendedora de Porto Velho. Acreditamos que apoiar quem empreende é investir diretamente no futuro da cidade”, reforça o parlamentar. A Presidente da Frente Parlamentar dos Pequenos Empreendedores, a vereadora Sofia Andrade fica feliz e dá as boas-vindas ao vereador e também empresário Marcos, e vê o ato como o fortalecimento para as causas e trabalhos vindouros – “Afinal estamos na lida de facilitar a produção, comercialização e administração de mais de 48 mil empresas que embutem em sua rotina a vida de mais de 120 mil pessoas no munício, narrou a Presidente Sofia”. Assista:

 

Foto: REUTERS/Nathan Howard

Em meio a uma crescente tensão comercial global, o economista Otto Nogami avalia que a atual guerra tarifária entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais deve se estender por, pelo menos, mais 90 dias, até que as partes envolvidas consigam negociar uma solução para o impasse. Nogami destaca que, embora o foco atual esteja na taxação de bens e produtos manufaturados, é preciso considerar o papel dos Estados Unidos como maior exportador mundial de serviços – um setor que pode se tornar alvo de retaliações caso o conflito se intensifique. Segundo o economista, os EUA consolidaram-se como potência global no setor de serviços, abrangendo tecnologia, finanças, entretenimento e outros mercados intangíveis, como licenciamento, patentes e seguros. Essa dominância não ocorreu por acaso: nas últimas décadas, enquanto as indústrias manufatureiras migravam para países com custos menores de produção, o governo norte-americano não viu isso como um problema, mas sim como uma transição estratégica para uma economia baseada no conhecimento. Os Estados Unidos abraçaram a ideia de que seu futuro econômico estaria na inovação e nos serviços, não apenas na produção de bens físicos. Hoje, empresas como Google, Apple, Netflix e Wall Street são os verdadeiros motores da exportação americana. No entanto, o especialista alerta que a imposição de tarifas sobre produtos manufaturados pode levar outros países a retaliarem justamente no setor de serviços, onde os EUA são mais vulneráveis. Recentemente, já houve sinais de que algumas nações estão considerando medidas nesse sentido, o que poderia afetar gigantes como streaming, fintechs e consultorias financeiras. “Se a China ou a Europa decidirem taxar serviços digitais ou restringir transferências de royalties, isso teria um impacto direto na economia americana. Por isso, há um movimento recente para reavaliar as tarifas e buscar negociações antes que a situação se agrave”, afirma. Nos próximos três meses, as partes envolvidas devem tentar evitar uma escalada do conflito, buscando acordos setoriais que equilibrem interesses comerciais. Enquanto isso, o governo dos EUA pode rever algumas tarifas como forma de aliviar as tensões, especialmente em setores onde a retaliação poderia ser mais danosa.”A guerra comercial não é só sobre produtos tangíveis. O que está em jogo é o futuro do comércio global de serviços, onde os EUA têm muito a perder. Se não houver cuidado, essa disputa pode se estender muito além do esperado”, conclui o economista. Embora os EUA mantenham vantagem competitiva em serviços, a guerra tarifária atual é um jogo perigoso que pode se voltar contra seus próprios interesses. A próxima movimentação das economias envolvidas – seja para avançar em acordos ou endurecer as retaliações – definirá os rumos do comércio internacional nos próximos anos. Assista:

 

A atual guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos pode abrir oportunidades imediatas para o Brasil aumentar suas exportações, segundo análise do economista Alexandre Chaia. Com alíquotas mais baixas que concorrentes, o país poderia substituir fornecedores asiáticos em setores como calçados e vestuário no mercado americano. Chaia explica que a tarifa de 10% aplicada aos produtos brasileiros – menor que a de outros países – oferece vantagem competitiva temporária. Isso permitiria ao Brasil ampliar vendas de manufaturados de baixo valor agregado aos EUA, setor tradicionalmente dominado por nações asiáticas. No entanto, o economista alerta para os riscos de médio prazo. Uma guerra comercial prolongada pode reduzir o comércio global e a renda mundial, afetando também a demanda por produtos brasileiros. Além disso, o possível aumento das exportações concentrar-se-ia em setores pouco tecnológicos, sem promover ganhos significativos de produtividade. O momento exige estratégia: o país deve aproveitar a oportunidade imediata, mas trabalhar para diversificar sua pauta exportadora e agregar valor aos produtos. Depender exclusivamente do conflito comercial seria arriscado, já que os benefícios podem ser temporários. A guerra tarifária, embora abra espaço no curto prazo, traz incertezas para o futuro do comércio internacional. Assista: 

 

Reforma Tributária! Quem deixa por último paga mais caro

A Reforma Tributária, aprovada pelo Congresso Nacional e agora em fase de regulamentação, promete simplificar o sistema de tributação sobre o consumo no Brasil. No entanto, como toda grande mudança, traz consigo um complexo processo de adaptação, com impactos significativos para empresas e empreendedores. O advogado tributarista Alison Fernandes analisa os principais pontos dessa transição e seus efeitos práticos no dia a dia dos negócios. A reforma extingue cinco tributos existentes – ICMS, ISS, PIS, COFINS e IPI – e cria três novos: IBS (Imposto sobre Bens e Serviços): unificação de ICMS e ISS; CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços): fusão de PIS e COFINS; IS (Imposto Seletivo): tributo sobre produtos considerados nocivos à saúde ou ao meio ambiente. O objetivo principal é simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo, reduzindo a burocracia e os conflitos entre estados e municípios. No entanto, a transição para o novo sistema exigirá tempo e investimento por parte das empresas. Um dos pontos mais sensíveis da reforma diz respeito às empresas optantes pelo Simples Nacional, regime que abrange a maioria dos negócios no Brasil. De acordo com Alison Fernandes, essas empresas terão a opção de permanecer no sistema atual ou migrar para o novo modelo. A escolha, porém, não é simples. Se a empresa decidir continuar no Simples, não poderá repassar créditos de CBS e IBS aos clientes, o que pode afetar sua competitividade em determinados mercados. Por outro lado, a migração para o novo sistema exigirá um custo adicional de adaptação, incluindo treinamento de equipe e ajustes nos processos internos. O governo estabeleceu um prazo de sete anos para a implementação completa da reforma. Durante esse período, as empresas precisarão lidar com dois sistemas tributários em paralelo, o que demandará: Investimento em capacitação para que contadores e gestores entendam as novas regras. Ajustes nos sistemas de gestão fiscal para atender às exigências do IBS e CBS. Análise estratégica para decidir sobre a migração ou permanência no Simples Nacional. Segundo Alison Fernandes, as empresas que se anteciparem nesse processo ganharão eficiência e evitarão problemas futuros. A preparação desde já é fundamental para aproveitar as vantagens da simplificação tributária sem comprometer a operação do negócio. Assista:

 

Suspenso os processos que tratam sobre “Pejotização” no país

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão nacional de todos os processos que tratam da chamada “Pejotização”. Na decisão desta segunda-feira (14), o ministro Gilmar Mendes destacou que a controvérsia sobre a legalidade desses contratos tem sobrecarregado o STF diante do elevado número de reclamações contra decisões da Justiça do Trabalho que deixa de aplicar o entendimento já firmado pelo STF sobre a matéria. “O descumprimento sistemático da orientação do Supremo Tribunal Federal pela Justiça do Trabalho tem contribuído para um cenário de grande insegurança jurídica, resultando na multiplicação de demandas que chegam ao STF, transformando-o, na prática, em instância revisora de decisões trabalhistas”, afirmou. No Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) 1532603 , o Plenário reconheceu, neste mês, a repercussão geral da matéria (Tema 1389), que envolve não apenas a validade desses contratos, mas também a competência da Justiça do Trabalho para julgar casos de suposta fraude e a definição sobre quem deve arcar com o ônus da prova: o trabalhador ou o contratante. Com isso, a decisão de mérito que vier a ser proferida pelo STF deverá ser observada por todos os tribunais do país ao julgarem casos semelhantes. A suspensão permanecerá válida até que o Plenário julgue o mérito do recurso extraordinário. No caso discutido no ARE 1532603, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) afastou o reconhecimento do vínculo empregatício entre um corretor e a seguradora, tendo em vista a existência de contrato de prestação de serviços firmado entre eles. Veja integra da decisão,

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