O ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã, realizado neste sábado (28), provocou reações imediatas de diversos países, com declarações que vão da condenação à manifestação de apoio à ofensiva.
O vice-presidente do Conselho de Segurança da Rússia, Dmitry Medvedev, criticou a ação militar e afirmou que as negociações com o Irã teriam sido apenas uma “fachada”. Em declaração pública, ele comparou a idade dos Estados Unidos à antiguidade do Império Persa e questionou os desdobramentos do conflito nas próximas décadas.
Na França, o presidente Emmanuel Macron afirmou que o início da guerra traz “graves consequências para a paz e a segurança internacionais”. Segundo ele, o governo francês está adotando medidas para garantir a segurança do território nacional, de seus cidadãos e de seus interesses no Oriente Médio.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, condenou o ataque e classificou a ofensiva como uma escalada que contribui para uma ordem internacional “mais incerta e hostil”. Ele também rejeitou ações do regime iraniano e da Guarda Revolucionária, defendendo a desescalada imediata e o retorno ao diálogo diplomático.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou que os acontecimentos são motivo de “grande preocupação”. Segundo ela, a União Europeia mantém contato próximo com parceiros para preservar a segurança regional e a estabilidade, além de reforçar a importância da não proliferação nuclear.
No Japão, a primeira-ministra Takaichi Sanae informou que determinou medidas para garantir a segurança dos cidadãos japoneses na região afetada. O governo japonês afirmou ter intensificado a coleta de informações e reforçado ações preventivas, incluindo evacuações anteriores.
Já o primeiro-ministro do Líbano, Nawaf Salam, apelou para que o país não seja arrastado para novos conflitos e pediu unidade nacional diante da escalada regional.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, declarou apoio aos Estados Unidos, afirmando que o regime iraniano tem sido uma força desestabilizadora e que seu país apoia ações para impedir que o Irã obtenha arma nuclear.
As manifestações evidenciam a divisão da comunidade internacional diante do conflito, que amplia a tensão no Oriente Médio e aumenta o risco de um confronto regional de grandes proporções.










































