Porto Velho prevê plantio de 200 mudas nativas em nova etapa ambiental

Projeto Microflorestas retomou atividades no bairro Flodoaldo Pontes Pinto e prevê plantios semanais até maio de 2027, com foco na recuperação de áreas verdes.

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Porto Velho prevê plantio de 200 mudas nativas em nova etapa ambiental
Fotos: Sema

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Porto Velho prevê o plantio de aproximadamente 200 mudas de espécies nativas em uma Área de Preservação Permanente (APP) do Igarapé do Botinha, no bairro Flodoaldo Pontes Pinto. A iniciativa integra uma nova etapa do Projeto Microflorestas, retomada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) no último sábado (31), na Rua Bela.

A ação busca ampliar a arborização da capital, recuperar áreas degradadas e fortalecer a preservação ambiental. A programação prevê novos plantios semanalmente até maio de 2027, aproveitando o período chuvoso para favorecer o desenvolvimento e a adaptação das mudas.

Projeto Microflorestas amplia áreas verdes

O plantio integra as ações ambientais da Prefeitura de Porto Velho e atende a uma determinação do prefeito Léo Moraes, voltada à ampliação da cobertura vegetal e à recuperação de espaços naturais.

O prefeito destacou a importância da iniciativa para a sustentabilidade e a qualidade de vida da população.

“Estamos investindo na recuperação de áreas verdes e na ampliação da arborização, porque queremos uma cidade mais sustentável, com melhor qualidade de vida para a população e respeito aos nossos recursos naturais. Plantar árvores hoje é cuidar do futuro das próximas gerações”.

Além de ampliar a vegetação, o projeto busca contribuir para a biodiversidade, a melhoria da qualidade do ar e o equilíbrio ambiental da cidade.

Área de Preservação Permanente protege recursos naturais

O plantio será realizado em uma APP do Igarapé do Botinha. Essas áreas são protegidas pelo Código Florestal, estabelecido pela Lei nº 12.651/2012, e desempenham funções importantes na conservação dos recursos naturais.

As Áreas de Preservação Permanente abrangem espaços como margens de rios, lagos, nascentes, topos de morros e encostas íngremes. A vegetação nesses locais ajuda a proteger o solo, os recursos hídricos e a biodiversidade.

A ocupação irregular dessas áreas pode provocar impactos ambientais, como erosão, assoreamento de rios e deslizamentos, além de comprometer a segurança da população.

A legislação pode ser consultada no Código Florestal Brasileiro.

Plantios devem continuar até maio de 2027

A programação do Projeto Microflorestas prevê a continuidade dos plantios semanais até maio de 2027. O período chuvoso é considerado favorável à adaptação das espécies e ao desenvolvimento das mudas.

O secretário municipal de Meio Ambiente, Arthur Borin, ressaltou que a iniciativa busca fortalecer a arborização e ampliar a recuperação ambiental da capital.

“Estamos trabalhando para construir uma Porto Velho mais verde, sustentável e arborizada, fortalecendo seu protagonismo entre as capitais da Região Norte. Cada árvore que plantamos é um investimento no futuro de Porto Velho. Não estamos apenas ampliando as áreas verdes, estamos devolvendo espaço à natureza, fortalecendo a biodiversidade e criando uma cidade mais saudável, sustentável e preparada para as próximas gerações. Uma cidade arborizada é uma cidade que respeita a vida em todas as suas formas”.

A Prefeitura pretende ampliar a cobertura vegetal da capital e fortalecer ações de preservação dos recursos naturais, com iniciativas de recuperação ambiental em áreas urbanas.

FAQ

Onde será realizado o plantio de mudas?

Na Área de Preservação Permanente do Igarapé do Botinha, na Rua Bela, bairro Flodoaldo Pontes Pinto, em Porto Velho.

Quantas mudas serão plantadas?

A previsão desta etapa é de aproximadamente 200 mudas de espécies nativas.

Até quando o projeto prevê novos plantios?

A programação prevê plantios semanais até maio de 2027.

Com informações de Sema

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