Alta do diesel pressiona preços e coloca Rondônia entre os mais caros

Reajuste impulsiona combustíveis, encarece transporte e coloca Rondônia entre os estados com gasolina e etanol mais caros do país.

Fonte: Wanglézio Braga - 50

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Alta do diesel pressiona preços e coloca Rondônia entre os mais caros

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  • Os combustíveis subiram em março, com destaque para o diesel após reajuste da Petrobras, elevando custos de transporte e produção.
  • O diesel S-10 avançou 14% e chegou a R$ 7,065, o diesel comum subiu 12,9% a R$ 6,923, e gasolina, etanol e GNV tiveram altas menores.
  • Rondônia está entre os estados com combustíveis mais caros, figurando em 4º na gasolina comum e 2º no etanol hidratado, atrás sobretudo de estados do Norte.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

Os preços dos combustíveis fecharam março em forte alta no Brasil, com impacto direto no bolso do consumidor e maior pressão sobre estados do Norte, como Rondônia. Segundo levantamento do Monitor de Preços de Combustíveis da Veloe, com apoio da Fipe, o diesel liderou os aumentos após reajuste da Petrobras em meados do mês, elevando o custo do transporte e da cadeia produtiva.

O diesel S-10 subiu 14% e atingiu média nacional de R$ 7,065 por litro, enquanto o diesel comum avançou 12,9%, chegando a R$ 6,923. Já a gasolina teve alta mais moderada, com a comum a R$ 6,609 e a aditivada a R$ 6,734. A disparada do diesel pressiona fretes e impacta diretamente o preço dos alimentos e serviços no país, apontam especialistas. Etanol e GNV registraram aumentos mais leves, de 0,8% e 1,2%, respectivamente.

Em Rondônia, os preços aparecem entre os mais elevados do país. O estado ocupa a quarta posição no ranking da gasolina comum mais cara, com média de R$ 7,195 por litro, atrás apenas de Acre, Roraima e Amazonas. No etanol hidratado, a situação é ainda mais crítica: Rondônia figura como o segundo mais caro do Brasil, com R$ 5,567. Rondônia está entre os estados com combustíveis mais caros do país, refletindo desafios logísticos e de abastecimento, cenário também observado em outros estados do Norte e Centro-Oeste.

A alta generalizada tem como pano de fundo fatores internacionais, como a escalada de tensões no Oriente Médio, que elevou o preço do petróleo Brent acima de US$ 100, além do reajuste nas refinarias brasileiras. Estados do Norte e Centro-Oeste concentram os maiores preços devido ao custo do transporte e à dependência de abastecimento externo, ampliando a diferença em relação a regiões como o Sudeste, onde a infraestrutura reduz os impactos logísticos.

Top 5 – Gasolina comum mais cara por estado (março/2026):

Acre — R$ 7,550
Roraima — R$ 7,438
Amazonas — R$ 7,256
Rondônia — R$ 7,195
Bahia — R$ 7,086

Top 5 – Etanol hidratado mais caro por estado (março/2026):

Rio Grande do Norte — R$ 5,798
Rondônia — R$ 5,567
Amazonas — R$ 5,547
Roraima — R$ 5,537
Pernambuco — R$ 5,513

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