A Prefeitura de Porto Velho detalhou nesta semana os critérios utilizados para o cálculo do IPTU e da Taxa de Lixo em 2026. Segundo a Secretaria Municipal de Economia (Semec), os tributos não sofreram aumento real, apenas uma correção inflacionária de 4,67%, garantindo a manutenção dos serviços públicos essenciais na capital rondoniense.
O cálculo do IPTU em Porto Velho baseia-se no valor venal do imóvel. Esse montante considera o tamanho do lote, a localização e as características da construção, como materiais utilizados e estado de conservação. Imóveis em áreas com melhor infraestrutura urbana possuem valores diferenciados, conforme a Planta Genérica de Valores, que não é alterada desde 2002.
Já a Taxa de Lixo (TRSD) é destinada ao custeio da coleta, transporte e destinação final dos resíduos sólidos. Sua base de cálculo leva em conta o setor fiscal do imóvel e a metragem da área construída. Em 2025, o custo total desse serviço na capital superou os R$ 60 milhões, valor que é rateado entre os contribuintes conforme a lei.
Para quem deseja economizar, a prefeitura oferece um desconto de 10% para pagamentos em cota única realizados até o dia 5 de fevereiro. Há também a opção de parcelamento em até 10 vezes, desde que cada parcela respeite o valor mínimo de R$ 108,52, correspondente a uma Unidade Padrão Fiscal (UPF).
Os boletos podem ser emitidos de forma online no site da Semec ou em pontos físicos como o Tudo Aqui e a Praça CEU. A arrecadação desses impostos é fundamental para investimentos diretos em saúde, educação e infraestrutura, assegurando melhorias contínuas para toda a população de Porto Velho.









































