O cálculo do aumento considerou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que acumulou 4,18% em 12 meses, e o crescimento da economia nos últimos dois anos, ajustado pelo arcabouço fiscal que limita o ganho real entre 0,6% e 2,5%. Com isso, o valor final foi arredondado para R$ 1.621.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia, considerando efeitos sobre renda, consumo e arrecadação, mesmo diante de restrições fiscais mais rígidas.
A atualização é válida para todos os trabalhadores que recebem salário mínimo, aposentados, pensionistas e benefícios previdenciários vinculados ao valor-base, refletindo a política de preservação do poder de compra e estímulo ao consumo interno.








































