Vila Isabel expulsa ritmista por publicação homofóbica nas redes sociais

Escola de samba reforça позиção contra preconceito após comentário ofensivo gerar repercussão negativa.

Fonte: Paula Freitas | VEJA - 50

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Vila Isabel expulsa ritmista por publicação homofóbica nas redes sociais
Valmir Moratelli/VEJA

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  • A Unidos de Vila Isabel expulsou o ritmista Matheus Borges após comentário homofóbico publicado nas redes sociais.
  • A decisão, formalizada em 9 de maio, foi divulgada em nota que reafirma o compromisso da escola com respeito e inclusão.
  • A postagem ofensiva no X gerou críticas, ampliadas por resposta irônica do músico, e a escola segue focada no Carnaval 2027.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Unidos de Vila Isabel anunciou a expulsão do ritmista Matheus Borges após a publicação de um comentário homofóbico nas redes sociais.

A decisão foi formalizada na última quinta-feira (9) e divulgada por meio de nota assinada pelo mestre Macaco Branco, responsável pela bateria Swingueira de Noel. No comunicado, a escola reafirmou seu posicionamento totalmente contrário a qualquer ato preconceituoso.

Publicação gerou reação imediata

O caso ganhou repercussão após o ritmista publicar uma mensagem ofensiva no X (antigo Twitter), utilizando termo pejorativo ao se referir a integrantes e ao ambiente do carnaval. A postagem gerou críticas e cobranças públicas por um posicionamento da agremiação.

Após ser questionado por internautas, o músico ainda respondeu de forma irônica, o que ampliou a repercussão negativa.

Medida reforça позиção da escola

Em nota, a escola destacou o compromisso com o respeito e a inclusão, reforçando que atitudes discriminatórias não são compatíveis com os valores da agremiação.

A Vila Isabel também ressaltou que segue focada na preparação para o Carnaval do Rio de Janeiro de 2027.

Desempenho no último carnaval

No último desfile, a escola apresentou o enredo “Macumbebê, Samborembá: Sonhei que um sambista sonhou a África” e conquistou o terceiro lugar, ficando atrás da Beija-Flor de Nilópolis e da campeã Unidos do Viradouro.

A decisão de desligar o ritmista reforça a postura das escolas de samba em relação à intolerância e discursos de ódio, especialmente em um ambiente cultural historicamente ligado à diversidade.

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