Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) e defende que não há relação de emprego entre motoristas e plataformas digitais, como Uber e Rappi, antes do julgamento que definirá a “uberização”.
A Suprema Corte inicia na próxima quarta-feira (1º) a análise de duas ações da Rappi e Uber, que contestam decisões trabalhistas sobre a “uberização” e podem impactar 10 mil processos no país.
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