Ex-presidente da Venezuela e esposa passam por audiência de custódia nos Estados Unidos, em meio a acusações graves e forte tensão diplomática entre Washington e Caracas.
Nicolás Ernesto Maduro pede reação popular contra ação dos EUA, convoca atos nas ruas e diz que movimento busca trazer o ex-presidente de volta à Venezuela com dignidade.
Pesquisadores avaliam que ação militar norte-americana contra a Venezuela viola o direito internacional, enfraquece a ONU e amplia riscos geopolíticos para a América Latina.
Governo brasileiro usará reunião do Conselho de Segurança para reafirmar defesa do direito internacional, embora avalie que debate não deve alterar a crise na Venezuela.
O sanguinário ditador venezuelano Nícolas Maduro, denunciado como chefe de um esquema bilionário de tráfico de drogas, foi defenestrado do poder à força.
Manifestações de repúdio e comemoração ocorreram em vários países após a captura do líder venezuelano e o anúncio de uma administração norte-americana no país.
Governo chinês exige soltura imediata do presidente venezuelano e de sua esposa, afirma que ação fere a Carta da ONU e defende solução por meio do diálogo.
Professora da Uerj avalia que ação de Washington integra estratégia de Donald Trump para articular redes transnacionais de extrema-direita e ampliar instabilidade regional.
Nicolás Maduro foi levado a um centro federal nos EUA após captura em Caracas e enfrentará acusações de narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas
Governo argentino endurece regras para impedir que funcionários, militares e empresários ligados ao regime venezuelano usem o país como refúgio político.
Reunião solicitada pela Colômbia, com apoio de Rússia e China, discutirá impacto da ofensiva americana e alertas da ONU sobre violação do direito internacional.
Presidente dos Estados Unidos diz que ação militar serve como recado global, anuncia controle do país e afirma que exigências americanas deverão ser cumpridas integralmente.