O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que o tratado será assinado neste sábado e prevê que a internalização da lei ocorra ainda na primeira metade do ano.
O encontro no Rio de Janeiro entre o presidente brasileiro e a cúpula europeia definirá os próximos passos da parceria econômica entre o Mercosul e o bloco europeu.
O presidente Lula e o primeiro-ministro Luís Montenegro discutiram estratégias para implementar o tratado comercial histórico, cuja assinatura oficial está prevista para o próximo sábado.
Presidente celebra aprovação do pacto comercial por bloco europeu, destacando 25 anos de negociação e impactos positivos para comércio e integração internacional.
O presidente Lula relatou que a primeira-ministra Giorgia Meloni demonstrou apoio ao tratado, mas solicitou tempo para superar a resistência de agricultores italianos.
Mauro Vieira reiterou que a cúpula em Foz do Iguaçu é a última oportunidade para a assinatura do tratado, caso contrário o Brasil focará em novos parceiros.
O plano permite que cidadãs de países com leis restritivas realizem o procedimento em outros Estados membros da União Europeia com custos cobertos por um fundo comum.
Apesar da expectativa de assinatura no dia 20, o governo brasileiro manifesta preocupação com as salvaguardas que a União Europeia irá apresentar, visando a proteção de seu mercado.
O Conselho da União Europeia decidiu estender as medidas restritivas contra a Venezuela até janeiro de 2027, citando “ações persistentes contra a democracia” e contínuas violações de direitos humanos no país.
A União Europeia (UE) concordou em estabelecer a meta climática de reduzir em 90% as emissões de gases de efeito estufa até 2040, em relação aos níveis de 1990, utilizando créditos de carbono estrangeiros para cobrir parte dos cortes.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará da reunião em Santa Marta, onde pretende debater a movimentação militar dos Estados Unidos na região do Caribe e costa da Venezuela.
Ministros da UE realizam negociações de última hora nesta terça-feira (4) para aprovar uma nova meta climática UE para 2040 e evitar chegar sem um acordo à COP30, no Brasil, o que poderia prejudicar a liderança do bloco nas negociações globais.