Em sessão da COP30 sobre transição energética em Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a descarbonização global deve ser estruturada em um tripé: cumprimento de acordos internacionais, eliminação da pobreza energética e incentivo a combustíveis sustentáveis.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o alto investimento em conflitos, como a Guerra na Ucrânia, afirmando que o gasto com armas, que é o dobro do destinado à ação climática, pavimenta o caminho para um colapso ambiental.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu-se com dirigentes da Be8 e da Mercedes-Benz para discutir o incentivo à pesquisa e a inclusão de biocombustíveis na pauta de exportação do Brasil, sugerindo testes na Alemanha.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou na Malásia que o Fundo Florestas Tropicais para Sempre é a resposta à falta de recursos para a transição justa.
A diretora-executiva da COP30, Ana Toni, defendeu que o Brasil não precisa se defender sobre a exploração na Margem Equatorial por ser uma decisão soberana.
Abordagem de países ricos e poluidores na agenda climática pode aprofundar desigualdades no Sul Global, apontam estudos da coleção “Politizando o Clima”.
Documento com seis eixos prioritários para o sucesso da conferência em Belém é entregue à presidência brasileira, reforçando a necessidade de recuperar a confiança na ação climática global.
O presidente da República participou da primeira reunião do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), órgão que definirá a estratégia de exploração do setor e aprovará o Plano Nacional de Mineração até 2050.
Durante o evento, a Conab destacou a importância da articulação de estoques reguladores e da produção sustentável como estratégia de combate à fome e de adaptação às mudanças climáticas.
Com inscrições abertas até 24 de novembro, iniciativa oferece 39 vagas afirmativas em quatro regiões do país e reforça compromisso com inclusão e sustentabilidade.
O “Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis” visa somar esforços para multiplicar por quatro a produção e o uso dessas fontes de energia até 2035.
Ministra do Meio Ambiente participou da Pré-COP em Brasília e argumentou que a transferência de recursos é crucial para acelerar a transição energética e complementar as metas climáticas.
O estudo “Transição Injusta” da Oxfam Brasil revela que o Norte Global consumiu 3.300 PWh em excesso nos últimos 60 anos, e alerta que o novo modelo energético pode repetir o padrão colonial, priorizando os países mais ricos.
Apesar das vantagens do Brasil em energia renovável, a produção do hidrogênio verde ainda esbarra na falta de regulamentação clara, alto custo de equipamentos e dificuldades na manutenção da pureza do gás.
O Balanço Energético Nacional (BEN) de 2025 revela que a indústria nacional mantém o uso de fontes limpas acima dos 64%, destacando o protagonismo do setor na transição para uma matriz energética mais limpa.
O presidente Lula assina uma carta conjunta em defesa da transição energética, com o objetivo de triplicar a geração de energia limpa e ampliar investimentos até 2030.
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