Abordagem de países ricos e poluidores na agenda climática pode aprofundar desigualdades no Sul Global, apontam estudos da coleção “Politizando o Clima”.
Documento com seis eixos prioritários para o sucesso da conferência em Belém é entregue à presidência brasileira, reforçando a necessidade de recuperar a confiança na ação climática global.
O presidente da República participou da primeira reunião do Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM), órgão que definirá a estratégia de exploração do setor e aprovará o Plano Nacional de Mineração até 2050.
Durante o evento, a Conab destacou a importância da articulação de estoques reguladores e da produção sustentável como estratégia de combate à fome e de adaptação às mudanças climáticas.
Com inscrições abertas até 24 de novembro, iniciativa oferece 39 vagas afirmativas em quatro regiões do país e reforça compromisso com inclusão e sustentabilidade.
O “Compromisso de Belém pelos Combustíveis Sustentáveis” visa somar esforços para multiplicar por quatro a produção e o uso dessas fontes de energia até 2035.
Ministra do Meio Ambiente participou da Pré-COP em Brasília e argumentou que a transferência de recursos é crucial para acelerar a transição energética e complementar as metas climáticas.
O estudo “Transição Injusta” da Oxfam Brasil revela que o Norte Global consumiu 3.300 PWh em excesso nos últimos 60 anos, e alerta que o novo modelo energético pode repetir o padrão colonial, priorizando os países mais ricos.
Apesar das vantagens do Brasil em energia renovável, a produção do hidrogênio verde ainda esbarra na falta de regulamentação clara, alto custo de equipamentos e dificuldades na manutenção da pureza do gás.
O Balanço Energético Nacional (BEN) de 2025 revela que a indústria nacional mantém o uso de fontes limpas acima dos 64%, destacando o protagonismo do setor na transição para uma matriz energética mais limpa.
O presidente Lula assina uma carta conjunta em defesa da transição energética, com o objetivo de triplicar a geração de energia limpa e ampliar investimentos até 2030.
Pesquisas de universidades e organizações defendem que a descarbonização da Petrobras é crucial para o futuro do Brasil, propondo um novo modelo de negócio à empresa.
Em artigo, o economista da Unicamp Pedro Paulo Zahluth Bastos alerta que o mercado de carbono não é capaz de promover a transição energética na velocidade necessária.