A tornozeleira eletrônica, utilizada para monitorar presos como o ex-presidente Jair Bolsonaro, teve sua origem nos anos 1970, quando o juiz americano Jack Love se inspirou em uma história do Homem-Aranha e do vilão Rei do Crime para criar o sistema de monitoramento.
Um apenado em uso de tornozeleira eletrônica foi abordado pela Polícia Militar (PM) nas dependências do Hospital Regional de Vilhena, desobedecendo a ordem judicial de recolhimento noturno.
Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar a um local conhecido como “Boca de Fumo do Playboy”, no bairro Jardim Primavera. No local, que era frequentado por usuários de drogas, os militares encontraram crack, balança de precisão e um simulacro de pistola.
Aliados de Jair Bolsonaro criticam reservadamente a tentativa de violar o equipamento de monitoramento e reconhecem que a prisão domiciliar deve demorar, já que o STF vê contradições no depoimento do ex-presidente que enfraquecem o argumento de surto provocado por medicamentos.
O julgamento virtual definirá se a prisão preventiva será mantida, após o ex-presidente tentar adulterar a tornozeleira eletrônica e seu filho convocar uma vigília.
Decisão do STF cita violação de tornozeleira eletrônica e “eventual tentativa de fuga” do ex-presidente. A convocação de vigília nas proximidades da residência também foi um dos fatores para a prisão preventiva.
Apenado monitorado por tornozeleira eletrônica foi abordado pela PM na “Praça do Geraldão”, mas a Colônia Penal informou que ele não descumpria as medidas cautelares.
Vanderlei que usa tornozeleira eletrônica, fugiu da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após ser agredido na cabeça e no braço com um pedaço de madeira.
A falta de comunicação Unisp Vilhena por parte do policial penal de plantão impediu a identificação de um suposto membro de facção, que estava com tornozeleira eletrônica e precisou ser liberado após ser abordado pela Polícia Militar.
A Polícia Militar prendeu Adauto B., conhecido como Socó, que possuía diversas passagens e estava com a tornozeleira eletrônica rompida desde setembro.
A defesa de Filipe Martins informou ao STF que a perda de sinal da tornozeleira eletrônica foi causada por uma “breve falha” e não por uma tentativa de burlar o sistema. O ministro Alexandre de Moraes havia solicitado esclarecimentos sobre o ocorrido.
A Polícia Civil de Goiás (PCGO) investiga duas mulheres, Mônica Meirelles Sanchez e Yasmin Meirelles Sanchez da Silva, que se aproximavam de crianças em parques, alegando serem suas filhas.
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, concede cinco dias para defesa do ex-presidente Fernando Collor justificar equipamento sem bateria durante prisão domiciliar.
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