O ministro Alexandre de Moraes encaminhou à Procuradoria-Geral da República o laudo da Polícia Federal que confirma o uso de um ferro de solda contra o equipamento.
Peritos federais identificaram danos grosseiros no equipamento eletrônico após o ex-presidente confessar a tentativa de rompimento durante sua prisão domiciliar.
O presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, foi solto após a instalação da tornozeleira eletrônica, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, após a revogação da prisão preventiva pela própria Assembleia Legislativa do Rio.
A captura ocorreu durante a Operação Madeira-Mamoré, que identificou e desmantelou uma residência no bairro Santa Luzia usada como ponto de tráfico de drogas, resultando na apreensão de 28 tabletes de maconha.
O Projeto de Lei (PL) 4333/25, aprovado pela Câmara dos Deputados, estende o prazo da prisão temporária de 5 para 15 dias e estabelece que a violação de regras da tornozeleira eletrônica leve o infrator ao Judiciário, com prazo para a decisão sobre regressão de regime.
O apenado de 44 anos foi preso na madrugada desta segunda-feira (24) na Avenida Curitiba por descumprir o horário determinado pela Justiça, mas manifestou desdém pela ação policial ao ser detido, dizendo que “amanhã já estou solto”.
A tornozeleira eletrônica, utilizada para monitorar presos como o ex-presidente Jair Bolsonaro, teve sua origem nos anos 1970, quando o juiz americano Jack Love se inspirou em uma história do Homem-Aranha e do vilão Rei do Crime para criar o sistema de monitoramento.
Um apenado em uso de tornozeleira eletrônica foi abordado pela Polícia Militar (PM) nas dependências do Hospital Regional de Vilhena, desobedecendo a ordem judicial de recolhimento noturno.
Uma denúncia anônima levou a Polícia Militar a um local conhecido como “Boca de Fumo do Playboy”, no bairro Jardim Primavera. No local, que era frequentado por usuários de drogas, os militares encontraram crack, balança de precisão e um simulacro de pistola.
Aliados de Jair Bolsonaro criticam reservadamente a tentativa de violar o equipamento de monitoramento e reconhecem que a prisão domiciliar deve demorar, já que o STF vê contradições no depoimento do ex-presidente que enfraquecem o argumento de surto provocado por medicamentos.
O julgamento virtual definirá se a prisão preventiva será mantida, após o ex-presidente tentar adulterar a tornozeleira eletrônica e seu filho convocar uma vigília.
Decisão do STF cita violação de tornozeleira eletrônica e “eventual tentativa de fuga” do ex-presidente. A convocação de vigília nas proximidades da residência também foi um dos fatores para a prisão preventiva.
Apenado monitorado por tornozeleira eletrônica foi abordado pela PM na “Praça do Geraldão”, mas a Colônia Penal informou que ele não descumpria as medidas cautelares.
Vanderlei que usa tornozeleira eletrônica, fugiu da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após ser agredido na cabeça e no braço com um pedaço de madeira.