A chefe da pasta dos Povos Indígenas destacou que o reconhecimento de territórios indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais como soluções para a mitigação climática deve ser um dos principais legados da conferência em Belém, juntamente com a consolidação da posse da terra.
O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) já conta com um aporte inicial de US$ 5,5 bilhões e apoio de 55 países, segundo o embaixador Maurício Lyrio. A Alemanha confirmou que fará uma “contribuição considerável”, após reunião bilateral com o presidente Lula em Belém.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que a humanidade deve concretizar promessas em resultados diante da emergência climática. Em mesa redonda na COP30 em Belém, o presidente destacou a redução do desmatamento e o novo Fundo Florests Tropicais para Sempre (TFFF) como marcos brasileiros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua em Belém sua agenda de reuniões à margem da Cúpula do Clima, com expectativa de que a Alemanha anuncie contribuição ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF).
Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) busca alcançar US$ 125 bilhões com capital privado e de nações, remunerando serviços ecossistêmicos e apoiando comunidades locais na preservação de florestas.
O ministro norueguês do Clima, Andreas Bjelland Eriksen, defendeu o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) na COP30 como uma gestão de risco essencial para a estabilidade climática, elevando o aporte total do mecanismo para US$ 5,5 bilhões.
O TFFF (Fundo Florestas Tropicais para Sempre), lançado pelo Brasil na Cúpula do Clima, alcançou US$ 5,5 bilhões em investimentos públicos, destacando-se como um mecanismo inovador que combina recursos públicos e privados e remunera serviços ambientais.
Lançado oficialmente na COP30 em Belém, o TFFF é um mecanismo de financiamento inovador que combina capital público e privado para recompensar financeiramente países com florestas tropicais que comprovem a preservação de suas áreas, pagando por resultados.
O herdeiro do trono do Reino Unido classificou o Fundo (TFFF) como um “passo visionário” para a estabilidade climática, destacando a COP30 e a Amazônia como palcos de um momento histórico que exige coragem e cooperação global.
Organizações da sociedade civil elogiaram o apelo do presidente por um “mapa do caminho” para acabar com o desmatamento e os combustíveis fósseis, mas alertaram para as contradições do governo, como a licença para exploração de petróleo na Margem Equatorial.
Encontros bilaterais na Cúpula do Clima trataram da adesão de ambos os países ao Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), além de temas de cooperação, integração e preservação de florestas.
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