Plano Anual de Financiamento indica novo teto para o endividamento federal, com estratégia voltada para títulos atrelados à Selic em ano de juros elevados.
O avanço do endividamento foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 879,9 bilhões em juros e pela emissão de novos títulos públicos pelo Tesouro Nacional no último ano.
Relatório do Tesouro Nacional aponta que o Rio de Janeiro foi o ente com o maior volume de débitos quitados pelo governo federal durante o ano de 2025.
O Relatório de Projeções Fiscais aponta para um cenário de piora nas contas públicas, com a dívida podendo atingir 83,6% do PIB em 2026, exigindo novos impostos para cumprir as metas.
O governo federal criou um mecanismo que permite a estatais federais não dependentes em crise apresentarem um plano de reequilíbrio econômico-financeiro, que pode incluir aportes pontuais da União.
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, diz que valor de aporte do Tesouro Nacional para a reestruturação dos Correios será menor que o inicialmente cogitado pela estatal, mas a medida ainda não está definida em Brasília.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que qualquer auxílio financeiro aos Correios será concedido somente após a aprovação de um plano de reestruturação para a estatal, garantindo o respeito ao arcabouço fiscal.
O Tesouro não concederá garantia da União para o empréstimo de R$ 20 bilhões coordenado por cinco bancos, devido aos juros pedidos de 136% do CDI, acima do limite permitido, forçando a estatal a renegociar ou aguardar um aporte direto.
A Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef) lança sua edição de 2026 com o objetivo de incentivar o aprendizado financeiro e matemática básica entre estudantes do Ensino Fundamental e Médio.
Conselho Monetário Nacional aumenta limite de crédito CMN para 2025, beneficiando estados, municípios e investimentos do Novo PAC com recursos remanejados.
A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 1,62% em outubro, totalizando R$ 8,253 trilhões, impulsionada principalmente pela emissão líquida de títulos vinculados à alta Taxa Selic, pressionando o endividamento do governo.
As vendas de títulos públicos a pessoas físicas via Tesouro Direto atingiram R$ 7,17 bilhões em outubro, um recorde para o mês na série histórica. O valor é 27,03% superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reflete o aumento do interesse por títulos atrelados aos altos juros da Taxa Selic.
As contas do Governo Central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) apresentaram um superávit primário de R$ 36,5 bilhões em outubro, superando as expectativas dos analistas e marcando o quarto melhor resultado para o mês na série histórica.
A pasta defende novas regras para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, visando dar previsibilidade ao setor e evitar o endividamento dos produtores.