Ataque terrorista contra comunidade judaica em Sydney, que deixou 16 mortos, teve inspiração no Estado Islâmico, afirma PF Australiana; dupla visitou as Filipinas antes do crime.
Ataque terrorista ocorrido em uma celebração judaica na Austrália resultou em 16 mortes e 29 feridos, levando o Governo brasileiro a expressar solidariedade e condenar o antissemitismo.
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, desmentiu nesta terça-feira (18/11) a existência de conexão entre o crime organizado no Brasil e grupos considerados terroristas no exterior.
O senador Alessandro Vieira (MDB-SE), relator da CPI do Crime Organizado, argumenta que a equiparação “simples” das facções criminosas ao terrorismo, sem cuidados técnicos, pode prejudicar os inquéritos em curso ao forçar a migração de processos da Justiça estadual para a federal.
Líder do governo no Congresso defende que o foco deve ser o conteúdo das políticas de segurança, como aumento de pena e combate ao fluxo financeiro, alertando que a rotulação pode abrir brecha para interferência estrangeira.
Especialistas alertam que equiparar facções criminosas a terrorismo, conforme proposto no PL 1.283/2025, pode abrir caminho para a intervenção dos EUA na América Latina, onde o objetivo é o lucro, não a política.
O ministro da Defesa Nacional, Cíbar Benítez, anunciou que o governo de Santiago Peña emitirá um decreto classificando o Comando Vermelho (CV) e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Autoridades de Guayaquil classificam o ataque, ocorrido em frente a prédio da família do presidente Daniel Noboa, como “terrorismo puro” ligado ao tráfico de drogas no Equador.
Pesquisadores internacionalistas brasileiros alertam que o decreto assinado por Donald Trump suspende o direito constitucional de protesto e equivale a práticas de governos ditatoriais.
A medida foi adotada após o assassinato de Charlie Kirk, um ativista conservador. Críticos do governo Trump alertam para o risco à liberdade de expressão e a opositores políticos.
O influenciador, acusado de perturbação da ordem e ameaça, pode ter o ato enquadrado como terrorismo e ser condenado a uma pena máxima de 30 anos.
Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar serviços e garantir confiabilidade. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de cookie.