Confederação Nacional da Indústria aponta que Selic de 15% encareceu crédito e enfraqueceu demanda interna, contribuindo para crescimento de apenas 0,6% em 2025.
O Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central mostra a quarta queda consecutiva na estimativa do IPCA, mantendo o índice dentro da meta oficial.
O ministro do Trabalho destacou que a taxa Selic teve impacto mais negativo na geração de vagas do que as sobretaxas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
O Comitê de Política Monetária decide nesta quarta-feira se mantém os juros básicos no maior patamar em duas décadas, em meio a um cenário de inflação persistente no setor de serviços.
Plano Anual de Financiamento indica novo teto para o endividamento federal, com estratégia voltada para títulos atrelados à Selic em ano de juros elevados.
O avanço do endividamento foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 879,9 bilhões em juros e pela emissão de novos títulos públicos pelo Tesouro Nacional no último ano.
O índice Ibovespa alcançou marca histórica nesta terça-feira impulsionado pela migração de capital estrangeiro, enquanto o dólar subiu para 5,38 reais devido ao agravamento da crise entre Estados Unidos e Europa.
A bolsa brasileira encerrou esta quinta-feira perto dos 166 mil pontos, acompanhando a queda do dólar, que recuou para R$ 5,36 após declarações de Donald Trump.
Dados do Boletim Focus divulgados nesta segunda-feira mostram leve queda na projeção do IPCA; projeções para o PIB e câmbio permanecem estáveis no cenário financeiro.
O Monitor do PIB da FGV aponta o segundo mês consecutivo de queda na atividade econômica, impulsionado pelo patamar elevado da taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, freando o consumo e investimentos.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,2% em outubro, na comparação com o mês anterior, mas acumula alta de 2,5% em 12 meses, moderando o crescimento interno.
A moeda americana teve queda de 1,17% e o dólar cai para R$ 5,40, impulsionado pela manutenção da Taxa Selic em 15% pelo Copom e pela diferença de juros entre Brasil e Estados Unidos.
Taxa Selic permanece no maior nível desde 2006, após decisão unânime do Copom; Banco Central adota cautela e evita dar pistas sobre o início do corte de juros no Brasil.
Entidades empresariais e sindicais criticam a manutenção da Taxa Selic em 15% ao ano, alegando que juros altos atrapalham investimentos, consumo e o crescimento econômico.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,46% em 12 meses, voltando ao limite superior da meta de inflação estabelecida pelo governo federal.