O ministro do Trabalho destacou que a taxa Selic teve impacto mais negativo na geração de vagas do que as sobretaxas comerciais impostas pelos Estados Unidos.
O Comitê de Política Monetária decide nesta quarta-feira se mantém os juros básicos no maior patamar em duas décadas, em meio a um cenário de inflação persistente no setor de serviços.
Plano Anual de Financiamento indica novo teto para o endividamento federal, com estratégia voltada para títulos atrelados à Selic em ano de juros elevados.
O avanço do endividamento foi impulsionado pelo reconhecimento de R$ 879,9 bilhões em juros e pela emissão de novos títulos públicos pelo Tesouro Nacional no último ano.
O índice Ibovespa alcançou marca histórica nesta terça-feira impulsionado pela migração de capital estrangeiro, enquanto o dólar subiu para 5,38 reais devido ao agravamento da crise entre Estados Unidos e Europa.
A bolsa brasileira encerrou esta quinta-feira perto dos 166 mil pontos, acompanhando a queda do dólar, que recuou para R$ 5,36 após declarações de Donald Trump.
Dados do Boletim Focus divulgados nesta segunda-feira mostram leve queda na projeção do IPCA; projeções para o PIB e câmbio permanecem estáveis no cenário financeiro.
O Monitor do PIB da FGV aponta o segundo mês consecutivo de queda na atividade econômica, impulsionado pelo patamar elevado da taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, freando o consumo e investimentos.
O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) registrou queda de 0,2% em outubro, na comparação com o mês anterior, mas acumula alta de 2,5% em 12 meses, moderando o crescimento interno.
A moeda americana teve queda de 1,17% e o dólar cai para R$ 5,40, impulsionado pela manutenção da Taxa Selic em 15% pelo Copom e pela diferença de juros entre Brasil e Estados Unidos.
Taxa Selic permanece no maior nível desde 2006, após decisão unânime do Copom; Banco Central adota cautela e evita dar pistas sobre o início do corte de juros no Brasil.
Entidades empresariais e sindicais criticam a manutenção da Taxa Selic em 15% ao ano, alegando que juros altos atrapalham investimentos, consumo e o crescimento econômico.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou 4,46% em 12 meses, voltando ao limite superior da meta de inflação estabelecida pelo governo federal.
Analistas de mercado preveem a manutenção da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, devido à pressão de preços como energia e alimentos.
A Dívida Pública Federal (DPF) subiu 1,62% em outubro, totalizando R$ 8,253 trilhões, impulsionada principalmente pela emissão líquida de títulos vinculados à alta Taxa Selic, pressionando o endividamento do governo.
O Novo Caged indica que o Brasil criou 85.147 empregos com carteira assinada em outubro, mas o resultado representa uma queda tanto em relação ao mês anterior (setembro) quanto ao mesmo período de 2024, gerando debate sobre a taxa Selic.
As vendas de títulos públicos a pessoas físicas via Tesouro Direto atingiram R$ 7,17 bilhões em outubro, um recorde para o mês na série histórica. O valor é 27,03% superior ao registrado no mesmo período do ano passado e reflete o aumento do interesse por títulos atrelados aos altos juros da Taxa Selic.