Taxa média para pessoas físicas atinge 61% ao ano e acompanha ciclo de alta da Selic; cartão de crédito parcelado e crédito pessoal impulsionam o avanço.
Prévia da FGV mostra que economia alcançou R$ 12,6 trilhões, mas perdeu fôlego no fim do ano devido aos juros elevados e ao impacto das tarifas americanas.
O setor industrial completa mais de um ano em patamar de pessimismo, influenciado pela manutenção da taxa Selic em 15% e pelo encarecimento do crédito.
Banco Central aponta que os saques superaram os depósitos, enquanto rendimentos creditados somaram 6,4 bilhões, mantendo impacto sobre o saldo total da caderneta.
Pesquisa da CNC mostra que 79,5% das famílias brasileiras têm dívidas em janeiro, maior nível histórico, enquanto o índice de inadimplência caiu pelo terceiro mês consecutivo.
Pesquisa da CNI revela que a atual política monetária restritiva encarece o financiamento e desestimula investimentos em expansão e inovação no setor produtivo.
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