Taxa média para pessoas físicas atinge 61% ao ano e acompanha ciclo de alta da Selic; cartão de crédito parcelado e crédito pessoal impulsionam o avanço.
Prévia da FGV mostra que economia alcançou R$ 12,6 trilhões, mas perdeu fôlego no fim do ano devido aos juros elevados e ao impacto das tarifas americanas.
O setor industrial completa mais de um ano em patamar de pessimismo, influenciado pela manutenção da taxa Selic em 15% e pelo encarecimento do crédito.
Banco Central aponta que os saques superaram os depósitos, enquanto rendimentos creditados somaram 6,4 bilhões, mantendo impacto sobre o saldo total da caderneta.
Pesquisa da CNC mostra que 79,5% das famílias brasileiras têm dívidas em janeiro, maior nível histórico, enquanto o índice de inadimplência caiu pelo terceiro mês consecutivo.
Pesquisa da CNI revela que a atual política monetária restritiva encarece o financiamento e desestimula investimentos em expansão e inovação no setor produtivo.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a economia brasileira deve desacelerar para 1,8% em 2026, com juros altos (Selic em 12% ao ano) e o enfraquecimento da demanda interna atuando como freios para o crescimento após alta de 2,5% em 2025.
Projeção para o crescimento da economia brasileira subiu no Boletim Focus, enquanto a estimativa para o IPCA foi reduzida pela quarta semana consecutiva, ficando dentro do limite da meta do Banco Central.
Mesmo com agro e indústria no azul, crescimento de apenas 0,1% no terceiro trimestre denuncia perda de fôlego do consumo, frustração do mercado e pressão sobre o Banco Central