Líderes de turma de Direito da FIMCA e da Metropolitana se manifestam com respeito e responsabilidade, pedem justiça pela morte de Juliana e defendem medidas de segurança, protocolos claros e ambulatório no campus.
Caso investigado pela polícia gera comoção, expõe fragilidades na segurança dos campi e levanta denúncias de assédio moral contra docentes dentro da instituição.
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