A Polícia Científica de São Paulo detalha o processo de análise para identificar a adulteração em bebidas por metanol, uma emergência médica grave. A força-tarefa interditou 10 estabelecimentos na última semana no estado.
O Brasil registra 43 suspeitas de intoxicação por metanol em São Paulo e Pernambuco; o ministro Alexandre Padilha diz que a situação é “anormal” e fora da série histórica.
O Sindi Clubes orientou seus associados a suspenderem a comercialização de bebidas destiladas em suas dependências como medida de responsabilidade e prevenção, citando casos de intoxicação e mortes por consumo de produtos adulterados.
O governo de São Paulo registrou cinco óbitos em sete casos de intoxicação por metanol, intensificando a investigação para rastrear a origem da bebida alcoólica adulterada e alertando a população sobre os graves sintomas, como dores abdominais e confusão mental.
Um foragido da Justiça e suspeito de envolvimento na morte do ex-delegado-geral de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi localizado em Curitiba (PR), onde morreu após reagir à abordagem policial, elevando para quatro o número de presos no caso.
A Polícia Federal instaurou inquérito para apurar a adulteração de bebidas em São Paulo, investigando se o metanol tem conexão com a distribuição interestadual e o crime organizado.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, instalou um gabinete de crise para investigar casos de metanol em bebidas e refutou especulações de envolvimento do PCC no problema que classificou como “estrutural”.
A Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) suspeita que o metanol importado irregularmente pelo PCC para adulterar combustíveis esteja sendo desviado para destilarias clandestinas, após o fechamento de distribuidoras, resultando em pelo menos duas mortes e dez casos de intoxicação por bebidas adulteradas em São Paulo.
Uma mulher de 36 anos não resistiu aos ferimentos após ser esfaqueada pelo próprio filho, de apenas 9 anos, no bairro de Parelheiros, em São Paulo. O menor ficou sob a responsabilidade do Conselho Tutelar.
Uma mulher suspeita de transportar o fuzil usado no crime foi detida. A morte do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, em Praia Grande, ainda tem outros dois suspeitos foragidos.
O policial militar estava à paisana na Zona Oeste da cidade quando foi assaltado e disparou cerca de dez vezes contra o criminoso, que não resistiu aos ferimentos.
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