Estudo do Instituto Trata Brasil revela que o país perde diariamente o equivalente a mais de 6 mil piscinas olímpicas de água tratada, um volume que excede a meta nacional de 25% de perdas e impacta cerca de 50 milhões de pessoas.
Jose Gesti, da SWA, afirma que a falta de acesso a saneamento básico agrava os impactos de enchentes e secas, impedindo a adaptação eficaz dos países. A situação de Belém exemplifica o problema global.
O Anuário Brasileiro da Educação Básica 2025 revela a grande desigualdade regional na infraestrutura escolar: apenas 48,2% das unidades estão conectadas ao esgoto, com o Norte registrando a situação mais crítica na oferta de itens básicos.
Em entrevista, o professor Erasmo Moreira, da UNIR, explica modelos de concessão, alerta para transparência nos leilões e cobra participação social no debate sobre a CAERD, BR 364 e serviços essenciais.
O esgotamento sanitário ainda é um desafio no país. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do IBGE, quase 30% dos lares não têm esgoto ligado à rede geral, com a pior situação concentrada nas regiões Norte e Nordeste.
Estudo do Instituto Trata Brasil revela que indicadores de saneamento em capitais da Região Norte, como Porto Velho, Macapá e Belém, estão muito abaixo da média nacional.