Cantora Daniela Mercury se apresentará em Copacabana no dia 23 de novembro para celebrar a 30ª edição da Parada LGBTI+ do Rio de Janeiro, a mais antiga do Brasil.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, declarou que a Polícia Federal abrirá investigação para apurar a lavagem de dinheiro e a infiltração de criminosos no poder público do Rio de Janeiro.
Especialistas em relações internacionais classificam como “incomum e inadequada” a carta do Consulado dos EUA oferecendo apoio à segurança do Rio de Janeiro, e defendem que a resposta deve ser conjunta das autoridades federais.
O Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro manifestou pesar ao Secretário de Segurança Pública pela trágica perda de quatro policiais durante a Operação Contenção, em 28 de outubro.
Alexandre de Moraes recebeu entidades no STF para discutir a megaoperação no Rio de Janeiro e se comprometeu a envolver a Polícia Federal na avaliação do trabalho da polícia técnico-científica.
O indivíduo, detido em flagrante no Rio de Janeiro, utilizava um software malicioso para coletar dados de clientes e gerentes, que seriam repassados a golpistas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a Operação Contenção, a mais letal da história do estado, foi “desastrosa” e que o governo federal deve pressionar por uma investigação independente.
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, enviou uma manifestação ao Supremo Tribunal Federal em defesa da Operação Contenção. Ele alegou que a intervenção policial foi um “exercício legítimo” diante de organizações criminosas e barricadas.
A análise da decisão que autorizou a Operação Contenção revela que os 115 suspeitos mortos não eram os 58 réus com prisão preventiva decretada, que incluíam líderes de alta hierarquia do Comando Vermelho (CV) como “Doca”.
O ministro Alexandre de Moraes cumpre agenda no Rio de Janeiro e discute com autoridades a Operação Contenção, que resultou em 121 mortes. O magistrado assumiu temporariamente a relatoria da ADPF das Favelas.
Relatório da Polícia Civil do Rio de Janeiro indica que mais de 95% das 117 pessoas mortas na Operação Contenção tinham ligação comprovada com o Comando Vermelho.
A organização internacional criticou a polícia fluminense por não preservar os locais dos tiroteios na Operação Contenção, o que pode ter levado à perda de provas cruciais. A ONG fala em “desinteresse proposital”.
Familiares de vítimas da Operação Contenção, nos complexos da Penha e do Alemão, relatam indignação e acusam a polícia de execuções ilegais na ação de alta letalidade.
Denúncia do Ministério Público revela a estrutura formal e rígida do Comando Vermelho (CV), que opera como uma empresa criminosa, com líderes como Doca, Gadernal e BMW responsáveis por finanças e estratégias de guerra.
Pesquisa da AtlasIntel revela que a maioria dos entrevistados apoia a recente megaoperação de segurança pública, enquanto 42,3% desaprovam ação Rio de Janeiro, mostrando a polarização na avaliação.
Facção Comando Vermelho moderniza táticas de combate no Rio de Janeiro, utilizando armas europeias, uniformes camuflados e drones para vigilância e ataque contra a polícia e facções rivais.
ONG Nóiz chama a atenção de autoridades do Rio de Janeiro para o risco de incursões com helicópteros na Cidade de Deus, onde centenas de pessoas são atendidas.
Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar serviços e garantir confiabilidade. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de cookie.