O encontro breve e inesperado na ONU entre os presidentes Lula e Trump abriu a possibilidade de um novo diálogo para amenizar a crise diplomática entre Brasil e EUA.
O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu declarou que não haverá Estado palestino e criticou países ocidentais que reconheceram a soberania da Palestina, como Reino Unido e Austrália.
O presidente Lula e o líder alemão, Friedrich Merz, discutiram a COP30 e o acordo Mercosul-União Europeia em uma conversa que reforça a cooperação bilateral.
EUA aplicaram taxa de 50% sobre exportações brasileiras; governo federal e setor privado se mobilizam com ações de apoio a empresas e negociações diplomáticas.
O presidente brasileiro e Ursula von der Leyen conversaram por telefone sobre a assinatura do acordo de livre comércio, que poderá ser validada no final de 2025.
O governo venezuelano, por meio do ministro Freddy Ñáñez, denunciou o uso de inteligência artificial em um vídeo que mostra a explosão de um navio. A filmagem foi apresentada pelo governo americano como prova de narcotráfico.
O presidente se manifestou em São Paulo, durante velório do jornalista Mino Carta, sobre o julgamento da trama golpista e as tentativas de interferência de Donald Trump.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou o reconhecimento do Brasil ao tratado de neutralidade do Canal do Panamá e reforçou seu apoio à soberania panamenha, durante uma visita oficial de José Raúl Mulino.
Washington responde a pedido de consulta do Brasil na Organização Mundial do Comércio, justificando as sobretaxas impostas por Donald Trump como medidas estratégicas de proteção econômica.
O presidente Volodymyr Zelensky afirma que as garantias de segurança para a Ucrânia devem ser finalizadas em até dez dias após conversas com líderes globais.
O governo dos Estados Unidos impôs novas regras para concessão de vistos, resultando na revogação de documentos por infrações e manifestações contra a ofensiva de Israel em Gaza.