Cerimônia reservada oficializou a atuação de representantes de nove países, reforçando relações diplomáticas do Brasil com nações da América, Europa, Oriente Médio e Ásia
Pontífice Leão XIV demonstra preocupação com o impacto humanitário na ilha após Donald Trump anunciar tarifas contra países que fornecem petróleo aos cubanos.
Chanceleres tratam de visita oficial de Lula a Washington para negociar a redução de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e discutir a crise na Venezuela.
O presidente brasileiro anunciou que visitará a Casa Branca em março para um encontro bilateral focado em fortalecer as relações comerciais e a democracia entre os dois países.
Durante conversa telefônica nesta segunda-feira, presidente brasileiro defendeu reforma na ONU e propôs cooperação no combate ao crime organizado internacional.
Em conversa com o presidente Lula, o líder chinês defendeu a autonomia das nações e o papel da ONU após ataques militares dos Estados Unidos na região.
O presidente dos Estados Unidos descartou o uso de força militar e a imposição de tarifas contra a União Europeia após reunião estratégica no Fórum de Davos.
Os presidentes do Brasil e da Turquia discutiram a reconstrução do enclave palestino e a cooperação para a próxima conferência da ONU sobre mudanças climáticas durante chamada telefônica.
Representantes da ilha agradeceram a postura de nações que mantêm suporte contra as pressões e ameaças de tarifas comerciais impostas pelo governo dos Estados Unidos.
Especialistas em relações internacionais classificam como “incomum e inadequada” a carta do Consulado dos EUA oferecendo apoio à segurança do Rio de Janeiro, e defendem que a resposta deve ser conjunta das autoridades federais.
O chanceler brasileiro Mauro Vieira classificou como positiva a reunião entre Lula e Donald Trump, que acertaram iniciar negociações imediatas para suspender tarifas e sanções.
Presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump conversaram por 30 minutos em videoconferência nesta segunda-feira (6), a pedido de Trump; Lula aproveitou a oportunidade para pedir a remoção da sobretaxa imposta pelos EUA a bens nacionais.
Pesquisadores internacionalistas brasileiros alertam que o decreto assinado por Donald Trump suspende o direito constitucional de protesto e equivale a práticas de governos ditatoriais.
O professor Dawisson Belém Lopes avalia a fala de Donald Trump na ONU como um “golpe duro” na oposição brasileira e analisa a estratégia do presidente Lula para lidar com as complexas relações com os Estados Unidos