Investimento das companhias norte-americanas faz parte do plano de capitalização para a saída da empresa brasileira do processo de recuperação judicial.
Decisão unânime permite que aérea estadunidense invista 100 milhões de dólares na Azul, elevando sua fatia para 8% do capital social em meio ao processo de recuperação.
Desembargadora atendeu a pedidos de bancos credores, revertendo a decisão da primeira instância que havia declarado a insolvência da companhia de telecomunicações.
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