A decisão foi assinada nesta sexta-feira pelo ministro Joel Ilan Paciornik, que atendeu ao pedido da defesa do cantor, investigado por associação ao tráfico de drogas.
A desembargadora Marcia Perrini Bodart negou o habeas corpus Oruam e manteve a prisão preventiva do rapper acusado de homicídio qualificado.
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