Projeto da ActionAid reúne 350 crianças e adolescentes de seis estados em livro que denuncia o racismo ambiental a partir de vivências em favelas, comunidades rurais e territórios indígenas.
Emocionada, a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, destacou a importância da Marcha das Mulheres Negras como um sinônimo de luta coletiva e honra à memória de ativistas, pedindo que suas demandas por segurança, educação e saúde sejam escutadas.
Estrutura precária de comunidade de palafitas na capital paraense, onde mora a diarista Maria Isabel Cunha, expõe a crise habitacional e social que atinge a população negra de baixa renda.
Francia Márquez criticou a instituição por não reconhecer o valor político e cultural dos povos negros e indígenas nas decisões climáticas, sustentando que isso favorece desigualdades.
Lançado durante a COP30, estudo inédito aponta que quase 60% dos territórios quilombolas brasileiros são afetados por invasões e garimpo ilegal, destacando que o racismo ambiental e estrutural impede o acesso dessas comunidades a recursos e financiamento climático.
A Campeã de Juventude da conferência, Marcele Oliveira, de 26 anos, quer que os debates em Belém se concentrem na implementação de ações e na valorização das soluções das periferias.
Em evento no Rio de Janeiro, debatedores destacam a exclusão de populações vulneráveis, como os 8,1% de brasileiros que vivem em favelas, das discussões sobre o clima, essenciais para a COP30 em Belém.
A 5ª Conferência de Promoção da Igualdade Racial reúne 2 mil pessoas em Brasília para discutir 740 propostas e reforçar a luta por reparação e contra o racismo ambiental.
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