Advogados de Bolsonaro solicitam a Alexandre de Moraes, do STF, permissão para o ex-presidente realizar cirurgias devido à piora de seu estado de saúde; defesa volta a pedir prisão domiciliar.
A Polícia Federal (PF) informou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a perícia médica do General Augusto Heleno será realizada nesta sexta-feira (12), às 9h, para avaliar o pedido de prisão domiciliar humanitária.
A Polícia Federal (PF) informou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a perícia médica do General Augusto Heleno, ex-ministro do GSI, será realizada nesta sexta-feira (12), às 9h, em Brasília.
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, solicitou neste sábado (29) documentos que comprovem o diagnóstico de Alzheimer e transtornos psiquiátricos do general Augusto Heleno, condenado a 21 anos pela trama golpista, antes de decidir sobre o pedido da defesa.
Aliados de Jair Bolsonaro criticam reservadamente a tentativa de violar o equipamento de monitoramento e reconhecem que a prisão domiciliar deve demorar, já que o STF vê contradições no depoimento do ex-presidente que enfraquecem o argumento de surto provocado por medicamentos.
Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitaram ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que analise a petição que requer a prisão domiciliar humanitária.
A prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro foi decretada por risco de fuga e violação da tornozeleira eletrônica. Ele ainda não cumpre a pena definitiva de 27 anos determinada pelo STF.
Advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitam ao ministro Alexandre de Moraes prisão domiciliar alegando doenças permanentes e necessidade de acompanhamento médico intenso.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, negou pela segunda vez o pedido do deputado Gustavo Gayer para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. A proibição se deve ao fato de Gayer ser investigado em um caso conexo ao de Bolsonaro.
Ex-ministro Gilson Machado diz que Jair Bolsonaro estaria “morrendo aos poucos” e acusa a existência de um “plano de execução silencioso”, em meio à prisão domiciliar e investigações contra o ex-presidente.
Ministro Alexandre de Moraes, do STF, concede cinco dias para defesa do ex-presidente Fernando Collor justificar equipamento sem bateria durante prisão domiciliar.