O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o país não será tratado como “subalterno” em questões comerciais, mas mantém a disposição para negociar.
A nova frase, “Do lado do povo brasileiro”, substitui “União e Reconstrução” para reforçar a defesa da soberania e a justiça social na reta final do mandato.
O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin minimizou os impactos das novas tarifas dos EUA, mas admitiu que a indústria de manufatura é a mais afetada.
Após ser indiciado pela PF, o deputado Eduardo Bolsonaro usou as redes sociais para defender-se, questionando a investigação e afirmando que as acusações são infundadas.
Deputada teve pedido de prisão domiciliar negado em Roma enquanto aguarda extradição para o Brasil, onde foi condenada pelo STF e é ré em outros processos.
Projeções indicam que Rodrigo Paz Pereira e Jorge “Tuto” Quiroga devem disputar a segunda etapa do pleito, que marca o fim de quase duas décadas de governos de esquerda.
Com pesquisas apontando vantagem para Jorge “Tuto” Quiroga e Samuel Doria Medina, eleições na Bolívia podem encerrar 19 anos de hegemonia da esquerda.a
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se manifestou sobre o cancelamento dos vistos de sua filha e esposa, classificando a decisão do governo americano como uma atitude de covardia.
Associação de profissionais de saúde de Cuba no Brasil critica sanções a gestores brasileiros e defende o programa como política de saúde pública essencial.
Em evento sobre direitos humanos, o ministro do STF, Edson Fachin, afirma que o continente vive “tempos de apreensão” e ataques à independência judicial.
Primeira obra solo de Mileni Mota combina memórias pessoais e bastidores da política em um enredo marcado por superação e identidade cultural rondoniense.
Em tom firme, o senador afirmou ser o único parlamentar de Rondônia a reconhecer publicamente as ações do governo de Lula, lamentando a estigmatização política no estado.