Após críticas do Governo e da PF, deputado Guilherme Derrite alterou o texto para endurecer o combate financeiro ao crime organizado e criar nova figura penal.
A Polícia Federal (PF) manifestou publicamente sua “preocupação” com as alterações propostas pelo relator do Projeto de Lei (PL) Antifacção, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), afirmando que as mudanças ameaçam e enfraquecem o combate ao crime organizado no Brasil.
A Operação Tarja Preta da Polícia Federal desarticula exportação ilegal de medicamentos controlados para os Estados Unidos; o líder do grupo criminoso foi detido pelas autoridades norte-americanas em Orlando.
O secretário Nacional de Segurança Pública, Mário Sarrubbo, afirmou que o substitutivo do relator Guilherme Derrite (PP-SP) ao Projeto de Lei Antifacção limita o combate às organizações criminosas menores e retira mecanismos importantes de asfixia financeira.
O parecer do deputado Guilherme Derrite (PP-SP) ao Projeto de Lei Antifacção condiciona as investigações conjuntas da Polícia Federal (PF) com forças estaduais contra facções criminosas a um pedido formal do governador do estado.
Rodrigo Manga (Republicanos) foi afastado da prefeitura de Sorocaba (SP) por 180 dias durante a Operação Copia e Cola da Polícia Federal, que investiga suspeitas de corrupção em contratos da Saúde.
Operação integrada teve como objetivo prevenir desmatamentos ilegais e coibir ocupações irregulares em área protegida entre os municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim.
O ministro do STF, Alexandre de Moraes, declarou que a Polícia Federal abrirá investigação para apurar a lavagem de dinheiro e a infiltração de criminosos no poder público do Rio de Janeiro.
O indivíduo, detido em flagrante no Rio de Janeiro, utilizava um software malicioso para coletar dados de clientes e gerentes, que seriam repassados a golpistas.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o governo busca “quebrar a espinha dorsal” das facções, destacando que R$ 19,8 bilhões foram retirados das mãos de criminosos desde 2023.
A Operação Occulta Originis foi deflagrada pela Polícia Federal com o objetivo de desarticular um esquema que movimentou mais de R$ 60 milhões provenientes da exploração ilegal de madeira.
O grupo de criadores de conteúdo, incluindo Rafa Meny, Bruce e Mirlla Pinheiro, reagiu chocado após um homem ser flagrado praticando ato obsceno em ônibus Porto Velho durante uma viagem.
A investigação federal no Rio de Janeiro foi solicitada por deputados e pela Alerj para apurar a megaoperação policial que deixou mais de 120 mortos. O pedido visa garantir uma perícia independente e maior transparência.
O reforço da perícia no Rio de Janeiro é a primeira ação do escritório emergencial de combate ao crime organizado no estado. Vinte peritos criminais da PF foram mobilizados para análise de locais de crime e balística.