A Operação Autolycus busca desarticular grupo criminoso que aliciava servidores do INSS para reativar e conceder benefícios previdenciários fraudulentos em Porto Velho.
A Polícia Federal (PF) sugeriu ao ministro Alexandre de Moraes (STF) a inclusão de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, no Programa Federal de Assistência a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas.
Secretário do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Marivaldo Pereira, critica o texto do relator, deputado Guilherme Derrite, por ser “mal feito”, descapitalizar a PF e não focar no patrimônio das organizações criminosas.
Alessandro Stefanutto, que era líder do INSS, foi preso na Operação Sem Desconto após investigações indicarem que ele facilitava e blindava esquema de fraude que atingiu mais de 600 mil benefícios.
José Carlos Oliveira, ex-presidente do INSS e ex-ministro da Previdência, é acusado de receber propinas e atuar para permitir descontos não autorizados em benefícios de aposentados, segundo relatório da Polícia Federal.
Marcelo Caumo, que ocupava a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, pediu desligamento do cargo após operação da PF apurar irregularidades em licitações realizadas pela prefeitura de Lajeado (RS) para a contratação de serviços durante as enchentes de maio de 2024.
Relator do Projeto Antifacção, deputado federal Guilherme Derrite, defende mudanças no procedimento que garante que o preso em flagrante seja ouvido por um juiz em até 24 horas, e considera incluir o tema no PL em tramitação.
Em parceria com a Polícia Federal, o aplicativo Gov.br passa a notificar os usuários com contas Prata ou Ouro em três momentos antes e após o prazo de validade do documento.
Decisão da Vara de Execuções Penais do TJRJ envia líderes da facção com longas condenações por tráfico para unidades de segurança máxima com apoio da Polícia Federal.
Estão sendo cumpridos 24 mandados de busca e apreensão em Palmas e Santa Tereza do Tocantins. A ação visa interromper a destruição e ocultação de provas da Operação Fames-19.
O relator Guilherme Derrite negou que seu texto enfraqueça a atuação da Polícia Federal ou equipare facções a terrorismo, e prometeu a votação do novo “marco legal do combate ao crime organizado” nesta quarta-feira (12) em Brasília.
O ministro Guilherme Boulos manifestou em Belém que o texto do relator Guilherme Derrite, no PL Antifacção, visa proteger o crime organizado ao dificultar investigações independentes da Polícia Federal.
O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, criticou a proposta inicial do relator do PL Antifacção, que condicionava a atuação da Polícia Federal à autorização de governadores. Ele espera que o projeto original do governo seja aproveitado integralmente.
O diretor-geral Andrei Rodrigues afirmou que a exigência de autorização estadual para investigações, proposta no PL Antifacção, afetaria o combate ao crime e inviabilizaria apurações complexas como a de Marielle Franco.
Ministro da Fazenda alerta que relatório do PL Antifacção enfraquece a Receita Federal e a Polícia Federal, podendo comprometer a Operação Carbono Oculto.
Presidente da Câmara afirma que tema foi “resolvido” após o relator Guilherme Derrite retirar a exigência de aval de governador para operações conjuntas da PF.