O Monitor do PIB da Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que a economia brasileira cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, em comparação com o trimestre anterior. O avanço acumulado em 12 meses é de 2,5%.
A nova estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) coloca a inflação dentro do teto da meta (4,5%) estabelecida pelo Banco Central; a projeção de crescimento do PIB para o ano segue em 2,16%.
Oito dos 14 estados que cresceram acima da média nacional de 3,2% em 2023 foram beneficiados pela agropecuária, conforme dados do IBGE divulgados hoje.
O Boletim Macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE) indica que os juros altos e o desempenho fraco no terceiro trimestre impactaram a previsão do Produto Interno Bruto (PIB), que cai de 2,3%; a estimativa para a inflação oficial (IPCA) recua de 4,8% para 4,6%.
A estimativa para o IPCA deste ano caiu levemente, mas segue acima do teto da meta. A projeção para o PIB se manteve em 2,16%. O Copom se reúne nesta semana para reavaliar a taxa Selic.
O mercado financeiro reduziu ligeiramente a estimativa para o IPCA, a inflação oficial do país, para 4,70% neste ano, conforme o Boletim Focus, enquanto a projeção para o PIB passou a ser de 2,17%.
O setor lançou a Federação do Comércio e Indústria do Audiovisual (Fica) e apresentou um estudo que mostra que a contribuição econômica do audiovisual ao PIB brasileiro foi de R$ 70,2 bilhões em 2024.
O setor público consolidado – União, estados, municípios e estatais – registrou um déficit primário de R$ 17,255 bilhões no mês passado, mas o resultado é inferior ao negativo de agosto de 2024.
O mercado financeiro revisou para baixo a estimativa do IPCA deste ano e projeta crescimento do PIB em 2,16%; taxa Selic deve ser mantida em 15% até o final de 2025.
O Investimento Estrangeiro Direto (IED) no país alcançou US$ 1,1 trilhão em 2024, um recorde histórico no PIB. Fernando Rocha, do BC, detalha os dados.
Ações da Fazenda com o Plano Brasil Soberano devem diminuir o impacto do tarifaço norte-americano, passando a queda do PIB de 0,2 para 0,1 ponto percentual.
Ministério da Fazenda aponta a influência das tarifas comerciais e a política monetária restritiva como fatores para a redução da estimativa da inflação e do PIB do Brasil.