Delcy Rodríguez afirmou que o país não aceitará mais ordens de Washington e defendeu que as divergências internas sejam resolvidas sem a influência de potências estrangeiras.
A interceptação do navio Sagitta no Caribe é a sétima ação desse tipo em um mês, como parte da estratégia do governo Donald Trump para controlar os recursos petrolíferos venezuelanos.
A companhia registrou média de 2,40 milhões de barris por dia, um crescimento de 11% em relação ao ano anterior, impulsionado pelo desempenho das plataformas no pré-sal.
Em entrevista ao The New York Times, presidente dos EUA afirma que Washington pode controlar petróleo venezuelano por longo período e sinaliza recuo em tensão com a Colômbia.
Exportações somaram US$ 348,7 bilhões, alta de 3,5%, mas importações cresceram mais rápido; superávit anual fechou em US$ 68,3 bilhões, recuo de 7,9% em relação a 2024.
Governo chinês afirma que ação americana contra petroleiro vindo da Venezuela desrespeita o direito internacional e defende soberania comercial entre os países.
Em meio a uma escalada militar sem precedentes, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, reagiu ao cerco naval dos Estados Unidos classificando as ações como “terrorismo psicológico”.
O governo russo criticou a decisão de Washington de interditar navios petroleiros, afirmando que a medida pode gerar instabilidade com efeitos imprevisíveis para o Ocidente.
A descoberta em área de pós-sal, no bloco Sudoeste de Tartaruga Verde, foi anunciada nesta segunda-feira (17) e reforça o potencial exploratório do litoral do Rio de Janeiro.
Organizações da sociedade civil elogiaram o apelo do presidente por um “mapa do caminho” para acabar com o desmatamento e os combustíveis fósseis, mas alertaram para as contradições do governo, como a licença para exploração de petróleo na Margem Equatorial.