O presidente dos Estados Unidos descartou o uso de força militar e a imposição de tarifas contra a União Europeia após reunião estratégica no Fórum de Davos.
O governo de Emmanuel Macron afirmou estar pronto para participar da operação em meio ao maior desgaste diplomático das relações transatlânticas em décadas.
Rustem Umerov, principal autoridade de segurança ucraniana, desmentiu as alegações de autoridades dos EUA de que ele teria concordado com o esboço de um plano de paz que exige a rendição de mais território, redução das Forças Armadas e o abandono da adesão à Otan.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky propôs a Polônia e aliados a criação de um escudo de defesa aérea conjunto para combater drones e mísseis da Rússia, após recentes incursões no espaço aéreo da Otan.
A Polônia anunciou a restrição de tráfego aéreo na sua fronteira com a Ucrânia e Bielorrússia após 19 drones russos invadirem seu espaço aéreo, o que gerou protestos de líderes europeus.
Em Washington, Donald Trump e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, anunciaram um plano para rearmar a Ucrânia e alertaram sobre severas tarifas à Rússia caso não haja um acordo de paz em 50 dias.
Presidente Donald Trump anuncia que Washington enviará armas à Ucrânia por meio de um acordo com a OTAN, marcando a primeira vez de sua administração, e sinaliza frustração com a falta de progresso na guerra.