Ministro Dias Toffoli autoriza acesso a depoimentos de banqueiro e ex-gestor do BRB em inquérito que apura rombo bilionário e tentativa de compra de ativos.
Daniel Vorcaro alegou necessidade de proteger a vida privada ao se negar a fornecer senhas de aparelho apreendido em investigação sobre fraudes de R$ 17 bilhões.
Decano do Supremo Tribunal Federal afirma que atuação do ministro segue ritos processuais e destaca que a Procuradoria-Geral da República validou sua permanência no comando do inquérito.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, concentrou as oitivas de oito investigados em apenas dois dias para apurar suspeitas de fraudes na venda de carteiras de crédito ao Banco de Brasília.
O ministro do Supremo Tribunal Federal atendeu a pedido da Polícia Federal para aprofundar a apuração sobre supostas irregularidades na operação de compra entre bancos.
O ministro do STF restringiu o acesso aos aparelhos a um grupo de quatro peritos específicos da Polícia Federal, sob acompanhamento direto da Procuradoria-Geral da República.
Autoridades cumprem 42 mandados de busca em cinco estados para investigar crimes de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro envolvendo o empresário Daniel Vorcaro.
Tribunal de Contas da União decide levar ao plenário investigação sobre supervisão do Banco Central na liquidação do Master, após recurso da instituição.
O ministro Dias Toffoli (STF) acolheu pedido da defesa de Daniel Vorcaro e determinou que a investigação envolvendo o Banco Master será conduzida pela Corte, devido à citação de um deputado federal com foro privilegiado.
O ministro do Supremo atendeu à solicitação do sócio do Banco Master, investigado por fraude de R$ 17 bilhões, em petição que cita um deputado federal.
O banqueiro Daniel Vorcaro teve pedido de habeas corpus negado em Brasília após ser preso na Operação Compliance Zero por suspeita de fraudes no sistema financeiro e prejuízo de R$ 17 bilhões.
O Conselho de Administração do Banco de Brasília (BRB) informou ao mercado que contratará uma auditoria externa para investigar as operações de aquisição de carteiras de crédito junto ao Banco Master, foco da Operação Compliance Zero da Polícia Federal (PF).
Banco de Brasília afirma que a Justiça Federal retificou a ordem inicial, deixando claro que a constrição patrimonial de R$ 12,2 bilhões atinge apenas pessoas físicas e outras empresas.
Celso Eloi de Souza Cavalhero substituirá Paulo Henrique Costa, afastado pela Justiça. A indicação do Governo do Distrito Federal busca assegurar a continuidade do banco, alvo da Operação Compliance Zero da Polícia Federal.
O presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor de Finanças e Controladoria, Dario Oswaldo Garcia Júnior, foram afastados temporariamente. A ação está relacionada à Operação Compliance Zero, que combate a emissão de títulos de créditos falsos.