A Polícia Civil investiga a infiltração do Primeiro Comando da Capital no setor, que utilizava empresas de fachada e fintechs para lavar capitais ilícitos nos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins.
Os três postos oficiais do Corinthians estão registrados na ANP em nome de indivíduos investigados na Operação Carbono Oculto, considerada a maior contra o PCC.
O diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação, Rodolpho Heck Ramazzinio, sugere que o Metanol e crime organizado têm ligação nos casos de intoxicação em São Paulo, pois o produto desviado para adulterar combustíveis teria sido repassado a destilarias clandestinas de bebidas.
Após a Operação Carbono Oculto, que investiga postos fraudulentos, especialistas explicam os sinais de que seu carro pode estar usando combustível adulterado. Fique atento a problemas no motor e siga dicas essenciais para evitar prejuízos
A Operação Carbono Oculto, que investiga um esquema do Primeiro Comando da Capital, revela que a organização criminosa utilizou fundos de investimento e fintechs para lavar dinheiro, movimentando R$ 52 bilhões e fraudando mais de 2,5 mil postos de combustíveis em São Paulo.
A Operação Carbono Oculto revelou que o crime organizado empregava empresas de fachada e um banco paralelo para movimentar mais de R$ 46 bilhões.
Usamos cookies para melhorar a sua experiência, personalizar serviços e garantir confiabilidade. Ao continuar navegando, você concorda com nossa Política de cookie.