O anúncio feito pela Assembleia Nacional ocorre após a intervenção militar dos Estados Unidos e a captura de Nicolás Maduro, enquanto organizações de direitos humanos apontam números menores de libertados.
Presidente dos EUA disse que operação contra Maduro matou principalmente cubanos e elogiou ação militar, criticando opositores e manifestantes contrários à intervenção.
Em reunião de emergência, diplomata norte-americano afirma que petróleo da Venezuela não deve ficar nas mãos de adversários do Hemisfério Ocidental e reforça ações contra Maduro.
Manifestação convocada pelo governo reuniu milhares na capital venezuelana em meio à posse da presidente interina e à detenção de Nicolás Maduro nos Estados Unidos.
Durante audiência em Nova York, o presidente venezuelano Nicolás Maduro disse ser inocente e criticou o sequestro pelos EUA, afirmando ser prisioneiro de guerra e presidente legítimo.
A presidente interina Delcy Rodríguez decretou busca e captura de responsáveis pelo ataque militar dos EUA que resultou no sequestro de Nicolás Maduro e sua esposa.
Em reunião do Conselho de Segurança da ONU, representantes da China e Rússia exigiram a libertação imediata de Nicolás Maduro, criticando ação militar dos EUA na Venezuela.
Ex-presidente da Venezuela e esposa passam por audiência de custódia nos Estados Unidos, em meio a acusações graves e forte tensão diplomática entre Washington e Caracas.
Nicolás Ernesto Maduro pede reação popular contra ação dos EUA, convoca atos nas ruas e diz que movimento busca trazer o ex-presidente de volta à Venezuela com dignidade.
O sanguinário ditador venezuelano Nícolas Maduro, denunciado como chefe de um esquema bilionário de tráfico de drogas, foi defenestrado do poder à força.